A todos que posso chamar de amigos

sábado, 24 de dezembro de 2011



Sabe, eu queria te desejar o melhor Natal do mundo mas isso já é seu...

Queria te dar o melhor presente, mas alguém já deu...

Te queria feliz, muito muito feliz, mas, do seu jeito você já é...

Queria que Deus te visse como filho(a) único(a), mas isso você pra Ele é...

Então só desejo continuar sendo seu amigo...

Eu do teu lado e você lado a lado comigo.

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Dor

domingo, 4 de dezembro de 2011


Somente pode entender, mesmo assim parcialmente, a dor dos outros quem passou por alguma dor.

A perda de um ente querido, a saudade de um grande amor que se foi são exemplos.
Quem tem uma régua para medir dor e sentimentos?
Quem pode aquilatar o que os outros sentem?
Está exagerando quem chora a morte de alguém?
Para quem vivencia a dor ela não parece ter fim. Qual o momento certo para superar, se cada ser difere dos demais?
A dor física é, na maioria das vezes, superada ou abrandada com remédios, a espiritual tem remédio?
E os que não choram quando perdem alguém amado para a morte, nada sentem?
Muitas questões para resumir o que não pode ser dimensionado, pois o sentir é exclusivo de cada ser.
Julgar ou pre julgar o que o outro sente nos leva a cometer erros em relação aos sentimentos dos outros. Nem sempre estaremos sendo justos pois não temos como medir de forma correta o sentir.
Na era em que tudo é depressão ou stress, o diagnostico é dado antes de se ouvir o paciente. Ou a pessoa está estressada ou depressiva. Basta que se veja parte do que ela está passando...
O todo de uma pessoa deveria ser analisado, corpo, mente e espírito.
Qual o médico que pode tratar da causa e do sintoma concomitantemente?
Se somos limitados quanto a medir o que o outro sente, usamos nossa forma de ver as coisas para medir, como poderemos avaliar e ajudar quem sente dor?
A fé é um remédio universal?
Duas pessoas de uma mesma religião interpretam de forma diferente um mesmo ensinamento, seja na leitura ou na aplicação do mesmo.
Onde um vê um caminho outro vê outro. Como prova do que digo, cito a proliferação de igrejas tão diferentes e tão iguais falando de Deus segundo seu ponto de vista.
A medicina busca remédios para os sintomas e a origem fica de lado. Efeitos colaterais e dependências são subprodutos aceitáveis desde que alguma melhora se apresente.
Um remédio para corpo, mente e espírito fica difícil pois não há consenso entre a fé e a medicina.
O que fazer então?
Vivenciar a dor e não tomar remédios ou querer se adaptar ao que a sociedade acha que é o tempo ideal para viver a dor.
Dor nem sempre é ruim, nas doenças é aviso de que algo precisa de tratamento.
A dor da perda deve ser sentida e vivida até que venha a aceitação natural de que começamos a morrer ao nascermos.
Cada um de nós tem um tempo de validade. Nascemos únicos e morremos únicos por mais que nossa história se pareça com a de outros.
Cabe a cada um saber medir os próprios sentimentos e controlá-los ou não.
Seria bom parar de queremos que os outros ajam ou reajam conforme achamos.
Cada ser humano é maravilhosa criação de Deus e, por isso, diferente de todos os outros, não devendo ser julgado ou dimensionado a conceitos.

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Nascimento de um Filho

quarta-feira, 11 de maio de 2011


Um filho.

Para a Mãe a transformação, de mulher para um ser 100% dedicado a proteger, alimentar, educar e tudo o que o pequenino ser dela precisar. É um amor incondicional. O pequeno ser já é amado no período de gestação, quando nasce, o amor só aumenta.
O Pai, preocupado com ambos, ama um pouco mais de longe. É um amor um pouco diferente, eu diria, um amor compartilhado. A Mãe totalmente emocional, o Pai um tanto retraido.
Com o passar dos dias, o Pai estará totalmente entregue aos encantos do bebe. Inicialmente ele fica dividido entre a falta da atenção total e o amor pelo bebe. A Mãe não muda, é o bebe em primeiro lugar e tudo o mais vem depois.
Ai o bebe abre com seu olhar e seu sorriso o coração do Pai, que vira um ser 'babão' e começa a achar semelhanças e diferenças maravilhosas e exclusivas em seu rebento.
Pronto, a Mãe fica em segundo lugar e o bebe em seu amplo e irrestrito primeiro lugar nas atenções do "babão" Papai.
Quando surgem as primeiras sílabas, um "pa" vira "papai", um "aa" vira "mamãe" e por ai adiante. Foi dada a largada para a competição pelas atenções, olhares e grunhidos do bebe.
O Pai "babão" e a Mãe hiper protetora cercam o bebe o tempo todo de carinhos e cuidados com evidentes exageros de ambos. Se não dorme, preocupação. Se dorme muito, preocupação.
A cor do cocô do bebe vira uma conferencia ou video-conferencia, se os pais possuirem a tecnologia para tal.
As Avós e os Avos viram sábios a serem consultados a qualquer hora do dia ou da noite.
As noites são um capítulo à parte, na sua maioria insones.
Os primeiros passos, primeiras palavras e tudo que acontece até os cinco anos fazem do Pai "babão" e da Mãe "super protetora" um par de seres felizes e preocupados com tudo que cerca o pequenino ser.
Dos cinco anos até o momento em que o bebe fica cada vez mais independente e forma sua própria família, o tempo passa sem ser percebido entre alegrias e preocupações, passando é claro pelo conflito de gerações.
Quando vem o primeiro neto ou neta a coisa toma rumos ainda maiores. Na opinião dos avós os filhos que viram pais não tem qualquer experiência e querem fazer tudo errado.
É um tal de "no meu tempo tudo era melhor" pra lá e um tal de "essa juventude faz tudo errado" entre outras coisas.
Quem treinou os filhos para serem pais?
Naõ importa, os Avós sabem tudo e acabou.
Avós "babões" são um problemão...
Feliz é o Lar abençoado com filhos, verdadeiras bençãos de Deus a um casal.

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