Pensar não é só um verbo, é necessário

quinta-feira, 16 de março de 2017

O grande problema do ser humano atual é pensar.
Tem toda informação ao alcance do teclado e, ainda assim, espera que os outros pensem por ele.
As roupas que usa viu nas novelas ou series.
A comida que come é a que dizem ser boa para isso ou aquilo.
Malham à exaustão para ter um corpo igual ao que é moda ter.
Copiam e colam absurdos em suas redes sociais porque "ta todo mundo fazendo" por mais estupido que possa ser.
Votam nos mesmos politicos que os surrupiam ha anos, passando o poder de pai pra filho.
Tudo isso é produto de uma falsa idéia de educação onde mal conseguem escrever o proprio nome de forma correta e quando escrevem, não conseguem ler direito.
O incrivel é que viram médicos, advogados, engenheiros, administradores e etc...
Pensar não é só um verbo, é necessário.
Não precisamos ser todos iguais ao padrão da moda, a natureza não erra e em tudo coloca diferenças. Até gemeos tem diferenças entre si.
Se você não parar para pensar, outros farão por você e te darão até parabéns por seguir o que eles acham bom pra você, uma marionete fácil de manipular.
Pode até ficar irritado(a) com minhas palavras.
Se isso te levar a pensar um pouco sobre tudo, já sou grato a você.
Jaime Saldanha 15/03/2017 23:55

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No Olhar

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Um olhar...
Um outro olhar...
Uma promessa no olhar.
Sorriso no olhar.
Amor no olhar.
A vida passando nesse olhar...
Lagrima triste brotando no olhar.
Rancor no olhar.
Separação no olhar.
Vou pra não voltar, diz o olhar.
Desviar pra onde o olhar?
Outro amor olhar?
Esconder o olhar?
Tudo esta no olhar,
Só saber olhar.


Jaime Saldanha 29/09/2016

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DIA INTERNACIONAL DA MULHER

terça-feira, 8 de março de 2016

Muito bem, falar da mulher é preciso definir de qual delas se quer falar.
Da Mãe, da Filha, da Esposa, da Companheira, da Amiga, da Coluna que sustenta a relação, da Dona de casa, da Dona do coração, da Guerreira invisível, da que Sangra calada para ver filhos sorrindo, etc...
A Mulher é igual ao homem em quase tudo.
No quesito amor é superior de forma esmagadora.
Quando se torna Mãe, vira um ser maluco capaz literalmente de qualquer coisa por sua cria.
Na sedução fica ainda mais difícil para o homem...
Um olhar, um jogar de cabelos ou um decote bem planejado e lá estamos nós homens babando como bebes que somos e sempre seu colo queremos...
Dedicação é outro setor em que a mulher é destaque absoluto. Trabalha o mesmo tanto de horas que o homem e ainda arruma folego para cuidar do lar e tudo que precisamos como seus bebes crescidos que somos. Depois de tudo isso ainda estão fogosas quando chegamos cheios de amor pra dar.
Gostam de gastar mais do que deveriam mas fazem por merecer...
Como Mães, elas nos empurram para o sucesso ou nos jogam no maior dos poços do fracasso dependendo de como as tratamos.
Perder a mulher amada é para o homem um castigo que pode destrui-lo.
Somos seus bebes crescidos. Do nascimento até a morte sempre dependeremos delas para viver melhor.
Será coincidência que na esmagadora maioria das vezes o homem escolha uma mulher parecida com sua Mãe???
Somos seus bebes crescidos, precisamos de colo, carinho, empurrões, consolo, apoio, sexo, etc...
Se aprendêssemos a amar como amam as mulheres o mundo talvez fosse um lugar muito melhor.
A força do homem aliada à sabedoria da mulher cria o Paraíso na Terra.
Feliz Dia Internacional da Mulher a todas as mulheres de verdade!!!


Jaime Saldanha (08032016).
PS.: somos seus bebes crescidos e precisamos de seu colo sempre

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PRA MINHA NAMORADA

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Namorar você é bom demais
Te namoro ao vivo, em pensamento.
Calado, falante sereno, ciumento, a todo momento.
Namorar você é bom demais.
Brigas, ciumes queixas...
Tudo fica pra traz quando me beijas.
Tudo fica lindo quando me beijas.
Tudo pega fogo quando me desejas.
Sabe, quero continuar te namorando
Mas, somente por um tempo,
Minha namorada querida,
Um tempo chamado vida.
Pode ser que nos separemos ou não
Pode ser que nos abandonemos ou não.
O que não posso é te esquecer
Você me ensinou a não querer te perder.
Meu presente é melhor com você
Meu passado foi melhor com você
Meu futuro será melhor com você
Meu eu é melhor com você.
Jaime 12/jun/2015 (cheio de vontade...)

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Um Olhar

sexta-feira, 17 de abril de 2015

O olhar,
um certo olhar,
diz mais do que as palavras que podem ser medidas
brecadas ou comedidas pra evitar feridas.
O brilho do olhar,
ao olhar,
fala do que a boca busca ocultar.
Vontade de tocar, ouvir, beijar,
sentir, estar....
É isso que se esconde no olhar
e que é visível a quem sabe olhar.
Profundo o desejo de ocultar
o que não consegue o olhar.
Paixão que pode conjugar
o verbo amar.
Tudo está no olhar,
é só buscar no olhar...

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Parte do Sonho Já é Realidade

sábado, 14 de março de 2015

Parte do sonho já é realidade. 
Meu livro no formato e-book(digital) já está à venda na Amazon em todas as lojas pelo mundo
O livro impresso não demora, faltam alguns detalhes de impressão. 
O link abaixo é de compras no Brasil. 
Você que tem conta especial no Kindle terá promoções fornecidas por eles

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Arauto do Sangue IV: A Traição

terça-feira, 10 de março de 2015

A mente de Hugo, o Arauto do Sangue, estava indo embora. Já estava quase impossível ter um único pensamento...
Foi quando uma luz extremamente forte brilhou entre as pedras negras da Besta Ancestral.
O corpo de Hugo, antes jogado ao chão, sem vontade própria foi levantado pela Besta. Seus múltiplos olhos fitaram Hugo por um tempo que lhe pareceu uma eternidade.
A Besta olhava a alma de Hugo, o Arauto de Sangue,  soube disso ao conseguir novamente pensar e observar, as únicas coisas possíveis de se fazer naquele momento.
A Abominação entrou na mente de Hugo e, instantaneamente soube tudo o que o Arauto vivera até ser dominado pela pedra negra.
Algo parecido com um diabólico riso trovejou na mente de Hugo.
A Criatura viu o quanto seu Arauto era voltado para o mal, viu nele muitas possibilidades de uso. Isso salvou Hugo de ser drenado ali mesmo.
Com Hugo em suas poderosas garras, a criatura foi até o lado de fora de onde estavam as pedras negras que estavam drenando a mente e o corpo de Hugo e, enquanto decidia o que fazer com o Arauto do Sangue, o jogou no chão inóspito do lugar. Hugo não conseguia mexer nenhum músculo, tanto pelo medo que sentia como pela influencia das pedras negras.
A hedionda criatura, após algumas horas de reflexão, pegou o corpo de Hugo que estava sendo parcialmente devorado por vermes muito comuns e vorazes do local onde estavam e o ergueu acima da cabeça enquanto pronunciava encantamentos em uma língua ancestral.
Os vermes que ainda estavam no corpo de Hugo e os que estavam no local morreram todos de uma vez.
O Arauto do Sangue, ao ser colocado de volta ao solo, já era um ser diferente de qualquer criatura viva. Era uma cópia menor da Besta que o modificara para seus sanguinários propósitos.
As pedras negras já não exerciam poder algum sobre Hugo, que agora as controlava e elas docilmente lhe obedeceriam a menos que contrariasse o seu senhor bestial.
O Arauto sentiu uma sede infernal que só seria saciada com sangue. Alguns animais estavam próximos do local e Hugo, com o poder mental que agora possuía aproximou-se deles sem que pudessem sair do lugar. Apenas emitiam um som vindo como que um choro.
Após drenar o sangue de todos os que viu, Hugo sentiu sua sede acalmar.
Seu mestre, com uma imitação de risada bestial, aprovou seu Arauto.
Mentalmente Hugo soube que seria eternamente servo daquele ser, cuja maldade podia sentir ainda que estivesse em outro planeta.
Os poderes de Hugo cresciam à medida que drenava sangue de suas vítimas.
Um plano audacioso começou a se formar em sua mente ainda mais doentia e inescrupulosa. Enfrentaria a Besta de igual pra igual quando surgisse a oportunidade. até então a serviria como o mais fiel dos servos.
A restrição feita pelo Celestial  que aprisionara a Besta em Ricarium através de magia ancestral não impedia Hugo de sair do planeta. A Besta, mesmo ciente de que seu Arauto a trairia assim que tivesse uma chance, enviava Hugo a missões onde as pedras negras não poderiam ir pois precisavam dos círculos de pedra do Celestial para poderem seguir seu rastro de luz.
Hugo rivalizava seu mestre em crueldade. Os locais onde era enviado após sua passagem eram completamente devastados. Hugo passou a odiar toda forma de vida e a olhar tudo como fonte de energia. Até as plantas tinham a energia drenada por Hugo, que, embora preferisse o sangue de todos os seres que o possuíam, também aprendeu a extrair a seiva vital das árvores. Em todos os mundos visitados por Hugo, o Arauto do Sangue, a vida deixava de existir antes de sua partida.
Com uma crueldade sem limites, Hugo brincava com a comida antes de tudo destruir. Chegava aos diferentes planetas como se fosse um enviado dos céus que a todos iria premiar ou castigar. Construía com seu poder mental todo um sistema religioso ligado a sacrifícios e mortes de inocentes até que o sangue restante estivesse contaminado pela adrenalina da culpa e da ganancia, o que o tornava especialmente delicioso para Hugo. Seu mestre recebia o sangue dos sacrifícios e Hugo reservava para si o sangue dos sacrificadores. Ou por tédio ou por achar sua missão cumprida, na maioria das vezes, após um ano local, o Arauto exterminava toda forma de vida em apenas dois dias locais. Muitos seres eram apenas dilacerados para aumentar o medo dos outros e, assim tornar o sangue mais rico em adrenalina, ou seja, mais saboroso.
Hugo era agora o Arauto favorito da Besta aprisionada em Ricarium. As pedras negras estavam vibrando intensamente cada vez que Hugo voltava a Ricarium. Elas o temiam e reverenciavam assim como os 12 outros Arautos da Besta, únicos remanescentes dos  Sanguis, uma das duas castas de Ricarium.
Hugo sentia que seu poder e influência sobre os outros Arautos e as pedras negras seriam de grande valia para enfrentar a Besta Ancestral. O que o Arauto não sabia era que a Besta sabia de cada pensamento seu e de todos os outros Arautos. As pedras negras também vibravam mais intensamente quando Hugo estava perto porque a Criatura assim o queria. Nenhum dos Arautos, inclusive Hugo, seria páreo para a Abominação Ancestral presa em Ricarium pelo Celestial.
Hugo, há um ano local em Ganimedes, uma das luas de Júpiter, o maior planeta do sistema solar,
entediado, matou dezenas de habitantes das mais variadas formas só para se distrair. O local, um imenso templo com a imagem de Hugo, cultuado por eles por temor e desejo de poder, possuía o formato de uma arena onde cabiam milhares de seres, amontoados e em pé ao redor. No local havia, no centro um imenso fosso e uma espécie de bacia, para aonde escorria o sangue dos degolados seres sacrificados apenas para aplacar a fúria do Arauto. No fosso eram jogados os corpos após terem escorrido todo seu precioso sangue na bacia imensa.
Após as coletas de sangue dos sacrificados, todos viam um objeto parecido com uma imensa carruagem partir em direção das estrelas. Era o recipiente criado pelo Arauto para levar o sangue ao seu mestre.
O Arauto soube assim que chegou a Ganimedes que o sangue esverdeado dos habitantes quando submetido ao "stress" extremo, tornava-se levemente avermelhado e criava enzimas que o tornavam "venenoso", causando uma espécie de torpor que deixava o Arauto sonolento e com os poderes diminuídos.
O Arauto do Sangue viu ai sua oportunidade de enfrentar a Besta com chances de sucesso. Coletou o máximo que pode do sangue expondo antes os sacrificados a intenso "stress" para garantir a toxidade do sangue e o enviou ao mestre, que, devido as limitações dos outros Arautos e as pedras negras, estava já há algum tempo com o estoque de sangue baixo.
Em dois dias O Arauto do Sangue exterminou cinco milhões de seres em Ganimedes, todos sob intenso "stress" e enviou a coleta a seu mestre.
A Besta ingeriu quase a metade do sangue que seu Arauto favorito trouxera. Parte foi dada aos 12 outros Arautos e parte foi usada para banhar as pedras negras, que passaram a emitir um brilho esverdeado intenso.
Todos menos Hugo foram tomados por uma letargia incontrolável e foram caindo um a um dominados pelo sono. A Bestial criatura foi o último a se deixar vencer.
O Arauto ordenou às pedras que drenassem a energia vital dos outros Arautos, cada uma o que a servia. A de Hugo há muito já não existia pois fora absorvida pelo seu mestre a fim de deixar seu Arauto preferido com mais liberdade de ação.
Assim fizeram as pedras negras e todos os Arautos foram esvaziados de energia vital.
Só estavam vivos e atentos Hugo e as pedras negras, que sem seus Arautos e sem sangue puro, tornavam-se cada vez mais fracas.
Foram dias até que as pedras negras deixassem de pulsar e representar perigo a quem atacasse seu criador.
Hugo pacientemente aguardou o momento de atacar seu mestre, a Besta Ancestral. Usando todo seu poder, o Arauto, armado de uma imensa espada que pertencia à Besta, desferiu um golpe no pescoço que separou o corpo da cabeça da criatura medonha.
Com um riso enlouquecido, Hugo se sentiu a criatura mais poderosa da criação. Nada mais havia a temer, derrotara o ser mais poderoso e maldoso que conhecera. Sentiu-se vingado pela morte de todos que conhecia e pelo extermínio da humanidade.
Para ter certeza de que seria o único sobrevivente daquele lugar, resolveu ir ao núcleo do planeta e explodir tudo com um artefato mil vezes mais poderoso que a mais poderosa bomba atômica. Armou o artefato e partiu para o espaço de onde apreciaria sua obra destruidora.
A explosão não aconteceu. O tempo passava e nada da explosão. O Arauto desceu novamente ao planeta para verificar o porque.
Assim que pousou na superfície, garras envolveram seu pescoço e o ar lhe faltou de imediato.
A Besta o erguera do chão e o fitava com seus múltiplos olhos, as garras apertando cada vez mais...
O Arauto sentia as unhas entrando em sua carne e a vida indo embora cada vez mais rápido. Olhou ao redor e viu os outros 12 Arautos olhando seu fim com as medonhas faces demonstrando crueldade e prazer.
Acordou com a criatura despachando os outros 12 cada um para lugares onde estavam os templos circulares criados pelo Celestial.Agora junto com as pedras para apressar a destruição e a coleta de sangue. Seus  poderes se equiparavam aos do traidor.
A Besta olhou para Hugo assim que o último Arauto do Sangue partiu. Hugo não podia se mexer, seu corpo pesava toneladas.
 Sentia uma sede avassaladora, tudo faria para saciá-la. Drenaria o próprio sangue se conseguisse.
Uma imensa cicatriz era visível no pescoço da Abominação. Como era possível ela estar viva?
Aliás, por que Hugo ainda continuava vivo depois de trair seu mestre?
A Besta pousou seus vários olhos em Hugo e mentalmente lhe contou que ambos estavam amaldiçoados para sempre. Ele porque era imortal, Hugo porque a Criatura assim o queria.
Mostrou ao Arauto as diferentes cicatrizes e buracos que não cicatrizavam em seu abominável corpo. Ao longo dos séculos muitos tentaram matar a criatura sem sucesso, os ferimentos que não cicatrizavam haviam sido feitos pelo Celestial, que também não poderia matar a Besta.
A Besta confessou a Hugo que sabia de seus planos para matá-lo e até os incentivou, só para fazer o Arauto ter falsas esperanças e sofrer mais um pouco.
O peito de Hugo estava ferido e seu pescoço também. Foi avisado pela Besta que as feridas jamais cicatrizariam.Diminuiriam à medida que o Arauto drenasse sangue novo, mas jamais cicatrizariam.
Eram agora e para sempre coparticipes da materialização dos piores pesadelos possíveis. Tinham toda a eternidade para se odiarem e compartilharem a sina.
Um como mestre, outro como Arauto.

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Arauto do Sangue III: A Origem da Pedra Negra

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Eles eram um povo esquecido em um ponto esquecido da constelação de Virgem, cujo planeta, Ricarium, era banhado por Spica, a estrela mais brilhante da constelação.
Os Ricariunois tinham uma divisão de castas bem simples, os Phari e os Sanguis. Os Phari cultuavam a alegria e a paz e buscavam constantemente o progresso de todos, já os Sanguis, que eram a maioria, viviam para a magia e faziam de tudo para aprender cada vez mais a usar a natureza a seu favor, inclusive seres elementais com os quais mantinham estreita relação. A paz entre as duas castas sempre estava por um fio, os Phari não aprovavam o uso de magia embora consultassem os Sanguis quando precisavam de respostas para demandas.
Como os Phari possuiam os recursos financeiros, cada vez que os Sanguis precisavam ir a uma das luas de Ricarium, seu planeta natal em busca de minerais e plantas especiais, eram obrigados a satisfazer os caprichos dos donos das naves espaciais. Os pedidos iam de pequenos favores ao sacrifício de vários Sanguis em batalhas mortais para diversão dos Phari.
Ao longo da história houveram muitas guerras entre as castas e em todas a vitória foi dos Phari, donos da tecnologia. Os Sanguis foram reduzidos a uma população de 1200 na ultima e mais sangrenta de todas as batalhas. Morreram 1200000 Sanguis para que 1200 conseguissem acesso a uma caverna que levava às profundezas do planeta.
Havia lá um templo mais antigo que o mais antigo morador de Ricarium. Lá os Sanguis conseguiriam sua vingança...
As escrituras falavam de um ser ali adormecido que tinha o poder de um Deus e poderia dividir com eles seu poder e conhecimentos. O ser era uma estátua de 15 metros e semblante demoníaco como nunca se viu. o corpo era totalmente coberto por escamas e espinhos grandes. Os pés eram circulares e possuiam um único dedo. As mãos eram garras com tres dedos cada, terminando em unhas que lembavam punhais. Possuia 6 olhos e uma cabeça descomunal.
Os Sanguis eram grandes, 2,5 metros de altura mas pareciam anões comparados à criatura.
O medo tomou conta deles, a maioria teria voltado atras se não fosse a influência de Oppida, seu mestre. Aos gritos ele ordenou silêncio a todos e começou o ritual que despertaria a criatura de seu sono milenar enquanto seus iguais morriam aos montes na superfície do planeta.
Os olhos do medonho ser começaram a se abrirem, sua mão direita, em uma velocidade inconcebível, agarrou o mestre dos apavorados Sanguis e o levou até a altura de seu rosto.
Oppida sentiu o hálito da morte bem de perto. Seu sangue batia a uma velocidade tão alta que ele suava sangue.
A criatura, em agradecimento pelo seu despertar, fez com que Oppida e todos os seus seguidores derramassem seu sangue cortando os pulsos e se alimentou dele. Nenhum deles pode resistir ao poder mental da criatura. Depois de saciada a sede por sangue, os reviveu com uma forma parecida com a sua, aberrações em tamanho menor e com apetite infinito por sangue. Oppida recebeu instruções de como criar a pedra através de alquimia ancestral e magia negra. Oppida e seus seguidores criaram 1200 pedras negras que seriam portais que os levaria a planetas onde, em tempo ancestral um ser de poder quase infinito se dedicou a ajudar no desenvolvimento das criaturas que neles viviam.
A criatura era inimiga deste ser e fora derrotada por ele em tempos imemoriais e aprisionada por encantamento em sono profundo, que seria eterno não fosse a intervenção de Oppida e os seus.
A criatura ensinou a Oppida e seus seguidores como viajar através da magia da pedra negra e ir para os portais semelhantes a Stonehange da Terra, colocados pelo ser ancestral nos mundos para viajar e levar ajuda, paz e conhecimento aos diferentes seres humanoides pelo cosmo infinito. No passado ancestral ele era cultuado nesses monumentos e aguardado com ansiedade pelos líderes dos povos visitados.
Antes de derrotar o bestial ser devorador de sangue, temendo ser seguido por ele aos locais onde oferecia sua ajuda, o ser celestial deixou em cada um dos templos portais parte de sua pele com um encantamento que tornaria impossível à Besta de sair do portal.
O Ser Celestial derrotou a Besta e a aprisionou em Ricarium, um planeta distante da constelação de Virgem e nunca mais voltou pois não seria necessário. A Besta jamais acordaria por seus próprios meios. Caso acordasse, ela exterminaria a todos e dormiria de novo quando não houvesse mais sangue para drenar. A Besta não poderia sair de Ricarium, os encantamentos cuidariam disso.
A Besta sabia que não poderia sair de Ricarium e sua vingança seria o extermínio de todos os humanoides ajudados pelo Ser Celestial. Para isso criou os 1200 filhos de seu ódio pelos humanoides protegidos do Celestial. As pedras seriam encolhidas e enviadas aos templos de todo o universo, pegando carona no rastro de luz do Celestial.
Ao chegar nos templos ela exerceria influência sobre os nativos para que de lá fosse retirada e banhada em sangue, que na quantidade exata, abriria caminho para as criaturas entrarem e também enviaria a pedra de Volta a Ricarium de tempos em tempos para manter a Besta desperta e poderosa. Cada pedra tinha autonomia para visitar 2 mundos antes de voltar a Ricarium para ser esvaziada do sangue coletado e receber energia da Besta para as viagens entre os mundos.
Na Terra, local onde o ser Celestial costumava voltar a cada 4000 anos, sacerdotes de um tempo mais antigo que a história descobriram a pedra negra e resistiram ao seu poder o suficiente para descobrir que o pedaço de pele do Ser Ancestral tinha poderes sobre a pedra negra. Depois de tentarem destruí-la de todas as formas sem sucesso, enrolaram a pedra no couro e a mantiveram longe dos olhos das pessoas por vários séculos.
Os Guardiões da pedra negra tinham vida curta e sofrida. Ela não os dominava mas drenava suas vidas e raros eram os Guardiões que viviam até os 30 anos.
Com o passar dos séculos, os Guardiões descobriram que a pedra devia ficar longe da luz, embrulhada no couro e que ficava menos forte quando os Guardiões eram todos de uma mesma família. Os laços de sangue, amor e a disposição de morrerem uns pelos outros a enfraqueciam.
Mulheres jamais deveriam se aproximar da pedra no período menstrual sob pena de serem dominadas por ela. Foram várias as mulheres sacrificadas por perderem o controle nesse período e tentarem fazer sacrifícios para a pedra.
A Pedra Negra foi mantida sob controle a custa de muito sacrifício e dor. Magos Negros da Terra souberam da existência dela e de tudo fizeram para conseguir o artefato. Sempre foram derrotados e a pedra era mudada para lugares de difícil acesso à magia.
Os guardiões tiveram seu temor aumentado quando os Magos Negros criaram jogos de RPG tendo a Pedra Negra como objeto de infinito poder e despertaram nos jogadores a ideia da existência da pedra e, consequentemente, a curiosidade e o desejo por possuí-la.
Templos e Igrejas foram invadidos, bibliotecas destruídas e todo tipo de tentativas aconteceram para achar a pedra negra, até mesmo os soldados de Hitler procuravam pela pedra durante a guerra.
Os Guardiões a esconderam em locais óbvios e a pedra ficou esquecida por muito tempo, tornando-se uma lenda pra grande maioria.
Ficou escondida até Marco a descobrir e contar para Hugo e Israel, que exterminaram os últimos guardiões dela para se tornarem donos do poder da Pedra Negra...

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Isso Irrita!

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Se tem um lugar onde você presencia ao vivo o desrespeito e o desamor pelo próximo, esse lugar é o estacionamento do supermercado(hiper e mini tanto faz).
Não basta a sacanagem de, de novo, eliminarem as sacolinhas plasticas dos caixas, os preços abusivos em certos itens, um preço na gondola outro no caixa, ainda tem o estacionamento....
Domingo, fui a dois mercados, um atacadista e o outro de uma rede razoavelmente grande aqui em São Paulo. Como fui acompanhar um casal de amigos, decidi esperar no estacionamento. 
Pude ver com indignação a atitude das pessoas.
Teve um Gerson(sempre quer levar vantagem) que simplesmente furou a fila de entrada do estacionamento e ficou falando no celular enquanto mulher e filha entraram no mercado.
Inúmeras pessoas retiravam as compras dos carrinhos e simplesmente encostavam o carrinho vazio na traseira do carro estacionado ao lado ou em uma vaga destinada a carros.
A distancia é curta para deixar o carrinho no lugar certo, mas a falta de respeito, civilidade, carinho pra não falar coisa pior, é maior que tudo.
Deu nojo, Vi algumas com adesivos de igreja, criticas ao governo e etc... no para-brisa do carro e atitude foi a mesma, deixaram o carrinho encostado no carro de outro.
Só vi 2 pessoas colocarem o carrinho no lugar certo em 2 horas e 30 min que fiquei ali olhando.
Nem os idosos que tanto reclamam de seus direitos demonstraram respeito pelo próximo.
Culpar a quem se o País não anda, se, mesmo nas mínimas coisas as pessoas não demonstram educação e respeito???



comente!!!

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Poema Grupal (Facebook)

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015


Aquele homem sentado a beira da estrada.
Só estava sentado, mais nada.
Toda aquela gente passava
Cada um do seu jeito o olhava...
Tres o acharam cansado,
Talvez, pensaram, carregasse algum pesado fardo...
Teve um que achou que ele estava pensando na vida,
Afinal, é necessário pensar na vida.
Dois passaram e pensaram que ele esperava alguém,
Parte da vida a gente passa esperando alguém!
A grande maioria, dez, achou que ele só estava sentado,
Nada mais havia ou haveria, só estava sentado.
Deixando a vida passar é o que faz a maioria 
Apenas fica sentada vendo passar o dia...
Quem fica sentado ainda contribui
Para o movimento do universo que sempre flui
E leva quem passa a pelo menos um pouco refletir
Antes de seu caminho seguir.
Nada na vida é inútil,
Até mesmo um homem sentado a beira do caminho é útil.
Obrigado a quem gastou um tempo pra comentar
Saiba que assim você me ajudou a criar.
Você que só leu também ajudou,
Pois se leu e não respondeu, pensou.
Quando propus a questão num post anterior
Era pra fazer um desafio criador
Você escolheria
O caminho que tomaria
Essa poesia.
Eu a escreveria.
Tudo terminado,
Espero que tenham gostado 
E a todos meu muito obrigado!

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