Mostrando postagens com marcador reflexão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador reflexão. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Vitória Verdadeira


Há em nós seres humanos uma programação que nos impele na direção de algo que muitas vezes não sabemos o que é. Quando algo vem sem muito esforço, tendemos a achar que aquilo não é tão bom assim devido a acreditarmos que tudo deve ser fruto de muito esforço.
Ora, o céu e o inferno colaboram sempre com o ser humano, cada um por seus motivos. O inferno pra criar dependência, o céu para dar felicidade. Sim, todos nascemos para sermos felizes. Nos tornamos fúteis ou dependentes do que os meios de comunicação determinam a serviço do inferno por opção.
Será que todos deveriam ser milionários, bonitos, cultos e etc... para serem felizes?
- Claro que sim! nos diria a grande maioria.
Cada um está exatamente onde deveria para aprender e ensinar. Não quero com isso dizer que você deva estacionar. A caminhada deve ser sempre pra frente em direção da vitória.
A vitória é que é algo diferente para cada um. Busque ser o mais dedicado possível em qualquer que seja a profissão escolhida, mas, antes de tudo, trabalhe no que gosta.
Ame as pessoas do jeito que gostaria que te amassem e nunca espere nada delas. Isso faz a diferença pois quem nada espera se contenta com pouco e de pouco em pouco muito terá.
Seu status morre com você, seu exemplo dura muito mais.
Há os que precisam de muito para aprender e há os que com muito menos são ótimos alunos e professores. Pense na ironia da coisa. Um homem rico geralmente depende de muitos homens pobres para viver, já o homem pobre vive na maioria das vezes muito mais feliz sem depender de tantas pessoas. Se o dinheiro do homem rico acabar será que ele conseguiria viver?
Os sonhos e o conhecimento aliados a fé fazem com que sigamos em frente mesmo contra todas as expectativas.
No mundo capitalista você pode literalmente sair do nada e se tornar rico e poderoso.
Você pode também escolher ser sábio. Sabedoria é algo que independe de dinheiro, ao contrário, muitas vezes te afasta de ter dinheiro. Sabedoria alcançada e reconhecida torna a pessoa absolutamente necessária a todos. Os ricos precisam do sábio, os pobres, os letrados, os homens e as mulheres inevitavelmente precisam em algum ou a todo momento dos seus conselhos e conhecimentos.
Sabedoria é a única coisa que, quando alcançada, ninguém pode tirar de você. O seu saber é exclusivamente seu, por mais que você divida ou ensine é seu e se multiplica na medida em que você o compartilha.
Ao dividir conhecimento, ele aumenta cada vez mais porque com as dúvidas de quem está aprendendo, quem ensina se obriga a por em prática o que aprendeu.
Não há pobres ou ricos no conhecimento, todos precisam dividir para multiplicar.
Use a oportunidade chamada vida para adquirir o verdadeiro tesouro chamado sabedoria e o resto vem. Exatamente na proporção necessária para o grau de aprendizado que você estiver.
Supere a você mesmo sempre. Competir com os outros te dá vitórias passageiras, ultrapassar seus limites te dá vitórias realmente duradouras.
Lembre-se, você está exatamente onde deveria estar para aprender as lições de hoje.
As de amanhã são outra história. Sua história.

Quando você chora


Ai você chora.
Simplesmente chora...
O otimista dirá que você chora de felicidade.
O saudosista dirá que é de saudade.
O derrotista dirá que é porque você algo perdeu...
O inseguro dirá que é porque você tem uma dúvida cruel.
O rico dirá que é porque as ações da empresa caíram,
O pobre dirá que foram os alimentos que acabaram.
O palhaço se sente incompetente...
O inimigo fica um tanto mais contente.
Alguém quer te consolar,
Outro também se põe a chorar.
As fofoqueiras querem saber o ocorrido
Para passar de ouvido a ouvido.
O céu te entende,
O inferno te ofende...
As lágrimas tem esse poder,
De todos ao redor de alguma forma envolver.
Um ou outro vai te perguntar
O que te faz chorar.
Todos sem saber o porque vão tentar te consolar
E tudo o que você queria era chorar
Apenas chorar...

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Entre Perdas e Ganhos



Entre perdas e ganhos, hoje posso ver que tenho muito mais a agradecer a Deus do que imaginava.
Sendo assim, Pai de Amor Eterno MUITO OBRIGADO!!!
Perdão pelo muito que recebi e pelo pouco que agradeço.
Muito Obrigado por estar em minha vida mesmo que eu não viva nos templos dos homens.
Muito Obrigado por morar no meu coração embora eu não o mantenha limpo como deveria!!!
Muito Obrigado pelo Seu Amor incondicional!!
Muito Obrigado por me perdoar e me ensinar a perdoar!!!
Muito Obrigado por me conhecer melhor do que eu e ainda assim caminhar comigo!!!
Muito Obrigado por me deixar ver e sentir sua Luz onde quer que eu esteja!!!
Muito Obrigado pela minha vida e a vida dos meus!!!
Muito Obrigado por não ser vingativo como te pintam!
Eu sei do seu amor, eu sinto seu amor eu vivo no seu amor.
Obrigado por me ensinar que os espinhos da carne são apenas espinhos que servem apenas para treinar a vontade nada mais.
Obrigado por tudo!!!
MUITO OBRIGADO!!!


comente

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

A Amizade e Seus Conflitos

Sabe, muitas vezes alguém que amamos nos ofende, nos ignora ou faz algo que nos tira do sério.
Nesses momentos é que saberemos se realmente gostamos da pessoa a ponto de relevarmos e buscarmos esquecer ou perdoar o ocorrido.
Não somos perfeitos...
Cometemos erros e acertamos, faz parte do aprendizado.
O que pode parecer sem solução em um momento em outro torna-se coisa sem importância se conseguirmos parar para respirar e ponderar o todo sem nos atermos ao momento.
A amizade é algo que dividimos com outra pessoa e não algo só nosso ou dela. É algo a ser dividido para multiplicar.
Não é passar a mão na cabeça nem ficar cobrando, é o meio termo disso. É a soma de um todo que, para valer a pena, precisa ser discutida às vezes noutras só um olhar.
Amizade é um bem tão precioso que às vezes as pessoas só o percebem depois que a perdem.
Antes de falar tudo que vem à mente deveríamos respirar, respirar e respirar. Tem coisas que é bom evitar falar. 
Quais são???
As que não gostaríamos de ouvir.
Coloque-se no lugar do outro e faça um balanço, provavelmente você verá nesse espelho de quem é a culpa na maioria das vezes.
Finalizando, você prefere dar a ultima palavra ou ter amigos?

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Paixão

O corpo estava  lá, a poucos metros de onde haviam discutido pela ultima vez. A rigidez cadavérica já se manifestava. Da cama onde estava deitada podia vê-lo e rememorar todos os momentos finais de tantas e tantas brigas e ofensas mútuas.
No passado a paixão avassaladora, no presente um corpo já sem vida e jogado no local do desfecho de tantas e violentas desavenças.
Quem estaria certo ou errado não tinha mais importância. Só existiria um deles vivo, o outro só lembranças.
Lembrou dos beijos, carícias e prazeres divididos entre a culpa e o prazer. Antes de serem um casal, foram amantes. Ela deixou filhos e marido e se rendeu às vontades do amante que a levava a multiplos e maravilhosos orgasmos. A quimica falou mais alto que qualquer conselho ou sentimento de pudor.
O marido e filhos jamais a perdoaram e pouco importava o que sentiam, sua felicidade estava acima de tudo e todos.
Foi um período curto de felicidade, logo substituído pelo ciume e agressões inicialmente verbais, depois físicas até culminar com o desfecho trágico.
Olhou no espelho e viu um rosto marcado pela culpa e golpes recebidos durante o embate onde começara como vitima de agressão e terminara como assassina.
A verdade é que ela iniciara a violenta briga. Os ciumes a possuiam cada vez que ele demorava a chegar.
Tinha certeza quase que absoluta de que ele tinha uma ou várias amantes. Por diversas vezes o seguira sem sucesso na confirmação de suas suspeitas.
Quando apos alguns meses, ele deixara de procurá-la sexualmente com a frequencia costumeira a coisa começou a andar em direção ao trágico desfecho. Ela cuidava do corpo como se fosse uma preciosa escultura de carne e osso, academia, lipoaspiração, plástica e tudo que estivesse a seu alcance era feito para manter o corpo perfeito e à disposição do amado.
Nada era mais importante que ele em sua vida.
Não aceitava o cansaço como desculpa para não fazerem amor repetidas vezes, inclusive gripes ou outras doenças não eram motivo para adiar o que  a química pedia. Só de pensar nele, sentia o corpo umedecido e pronto para o sexo.
A coisa começou a ficar violenta quando ele começou a recusar com maior veemencia os assédios diários dela.
Numa noite já perdida na lembrança, ele foi acordado com ela apontando uma arma para seu peito e exigindo saber onde ele tinha deixado o tesão. A ira tomou conta do rapaz, que a agrediu violentamente após ter tirado a arma de suas mãos.
Sucessivas brigas e agressões acompanhadas de reconciliações pra lá de picantes viraram rotina para o casal.
Com o tempo, até a s brigas perderam o interesse por parte dele.
A loucura se instalou na mente dela, que cada vez mais achava motivos para justificar a morte do companheiro cada vez mais distante embora morando no mesmo teto.
Se não fosse dela com certeza não seria de mais ninguém.
O plano começou a tomar forma em sua perturbada mente, ele morreria e ela teria de volta sua sanidade e liberdade de escolhas. Com ele vivo, tudo giraria ao redor dele. Sem a presença dele tudo seria normal outra vez, ou não. Importava para ela ficar livre da opressão mental a que era submetida todos os dias.
Como que seguindo orientação de outrem, preparou tudo para dar fim à vida do companheiro.
Sem saber se teria coragem de levar a termo, preparou tudo para dar um fim ao tormento mental.
Ele parece que resolveu ajudar a aumentar o ódio do momento chegando quase 3 horas depois do horário habitual e com cheiro de bebida. Falou que queria dar um fim na relação e que ela deveria procurar ajuda profissional. Um tapa no rosto do homem amado desencadeou a violência.
Ele, aturdido pela força do tapa, reagiu com um soco no rosto dela, derrubando-a quase desacordada. Ato continuo, vendo que ela não se mexia, buscou reanimá-la temendo ter exagerado. O local atingido sangrava um pouco e um grande edema começava a tomar forma em seu rosto.
Deitou-a na cama, foi buscar gelo para o inchaço e um pano para limpar o sangue que escorria. quando voltou a encontrou com dois copos de bebida nas mãos e lágrimas nos olhos.
Ela disse concordar em buscar ajuda médica e que ficaria afastada dele por um tempo para ajudar a decidir que rumo daria à própria vida. Aquele seria talvez o ultimo drink juntos antes do tratamento.
Ele a limpou, tratou da ferida e pediu desculpas pela agressão, ela fez o mesmo pedido a ele.
Beberam e foram dormir, ela no quarto, ele no sofá. Por volta das 3 horas da madrugada, ela o procurou sem roupa e cheia de desejos. Inicialmente ele recusou mas a quimica falou mais alto e fizeram amor como nunca haviam feito. Vencidos pelo cansaço, dormiram de novo.
A cama oprimia sua dona, sentada ela olhava o corpo, objeto de suas paixões, dormindo ao seu lado.
Foi à cozinha, tomou um refrigerante e, ao virar-se para ir ao banheiro, ouviu a voz do amado sonhando. Tomada pela curiosidade, voltou ao quarto a tempo de ouvir o nome de outra mulher nos lábios que percorreram seu corpo e lábios horas antes. Todos os demonios do inferno gritaram ao mesmo tempo em sua cabeça, exigindo sangue para pagar a afronta. Voltou à cozinha tomada pelo choro e com ódio de tudo e todos pegou uma faca e voltou ao quarto do casal.
Quando saiu do transe, estava deitada na cama do casal, cujo lençol estava empapado com o sangue dele.
O corpo que lhe dera tanto prazer e preocupações jazia no chão perfurado por incontáveis facadas. Todo o quarto estava marcado pelo sangue dele.
Sentou na cama, ligou para o ex-marido, pediu perdão a ele e aos filhos e, tomando veneno com uisque, esperou a morte com a cabeça do amado no colo e olhos fechados e serenidade no semblante.

Se gostou, comente.
Se não gostou, comente

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Tempo


vontade louca de voltar no tempo
bem a tempo
pra dizer que perdi meu tempo
tentando ganhar tempo
pra viver um tempo
melhor que o presente tempo
pura perda de tempo...
to sem tempo!!!


Jaime 2501201201:03h

sábado, 24 de dezembro de 2011

A todos que posso chamar de amigos



Sabe, eu queria te desejar o melhor Natal do mundo mas isso já é seu...

Queria te dar o melhor presente, mas alguém já deu...

Te queria feliz, muito muito feliz, mas, do seu jeito você já é...

Queria que Deus te visse como filho(a) único(a), mas isso você pra Ele é...

Então só desejo continuar sendo seu amigo...

Eu do teu lado e você lado a lado comigo.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Trabalhando na vespera do Ano Novo

Há Poucas horas de um novo ano, estou trabalhando, como muitos outros.
É necessário um pouco mais de amor pela profissão nesse dia. Afinal, quase todos estão com as famílias ou não, conforme decisão de cada um.
Pra quem tem que trabalhar em dias assim, não há outra opção a não ser o amor pela função. É saber que alguém tem que tirar a foto em que todos aparecem felizes sem aparecer nela, é claro.
Dedicação é o nome da coisa.
Você faz o que gostaria de fazer???
Que tal fazer como meta em 2010 o trabalho que gosta???
Pode ser chato trabalhar em alguns dias especiais, mas é muuito bom em todos os outros.
FELIZ ANO NOVO!!!

terça-feira, 21 de julho de 2009

ciume

Palavrinha difícil de aguentar...
palavrinha difícil de admitir...
Palavrinha que nos leva por vezes a mentir...
Palavrinha que muitas vezes faz tudo terminar.

Sentir todos sentimos;
Seja de uma grande amizade,
Seja de um grande amor,
Quando não admitimos,
Aumentamos a nossa dor,
Também diminuimos a chance da felicidade.

Ciúme é algo que destrói, judia e corrói.
Sentir e guardar é pior,
Melhor é logo conversar sobre onde dói,
Do que mascarar o motivo da dor...

Lute sempre para sentir num nível que da pra controlar
Para evitar extrapolar
Um pouco de ciúme é melhor
Que nenhum amor!!!


Comente, gostando ou não.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

O medonho bicho da pera


Enquanto comia uma deliciosa pera, algo chamou minha atenção e parei para raciocinar.
O bichinho que quase engoli estava ali para ensinar algumas coisas penso eu.
Sua cor, quase a mesma da polpa da fruta, o torna quase invisível.
Qual seria o gosto do bichinho?
Deveria eu experimentar ou não?
Desnorteado pelas minhas dúvidas ele se contorcia, parte do corpo para dentro, parte para fora da fruta. Inocente, e ao mesmo tempo culpado, sequer tinha noção de que poderia ter sido partido em dois por dentes gigantes, os meus.
Inocente por estar matando a fome e culpado por ter escolhido a mesma pera que eu.
Primeiro impulso foi de jogar a pera fora. O segundo foi de comer em volta de olho para não comer o bicho ou algum convidado dele para o banquete na minha pera. Ou seria a pera dele pois ao que tudo indica ele já estava lá antes de minha resolução de devorar a fruta.
Olhei de novo para o invasor e pensei que deveria matá-lo como vingança por estar na minha deliciosa pera. Se tinha olhos não sei, não dava pra ver, mas parecia me olhar em tom de desafio.
Parei para pensar no quanto as pessoas se preocupam com regimes e outras formas de manter o corpo em dia. Imagine um bichinho de frutas fazendo regime...
Eles são quase invisíveis e comem uma fruta muitas vezes maior que eles. Pense por um instante um ser humano comendo uma fruta infinitamente maior que ele.
Aliás, você já parou para pensar que quando você morrer, larvas e outros bichinhos irão devorar seu tão preservado corpo?
Seu corpo nesse momento está repleto de bichinhos que comem junto com você, bebem junto com você, dormem com você e até fazem sexo junto com você.
Alguns deles são tão perigosos que podem até te matar, outros só estão esperando para te devorar...
Bateu um medo do bichinho da fruta, e se ele estivesse conversando com outros bichinhos dentro e fora do meu corpo dando a fatidica ordem de ataque?
Como poderia me defender, se não posso ver a maioria deles?
Será que ele é amigo do vírus da Gripe Suína?
Melhor não arriscar, deixei com todo cuidado o resto da fruta e o bichinho no lixo.
Estou agora olhando detidamente para uma linda e suculenta maçã cheio de dúvidas e temores.
Comer ou não, eis a questão.
Quer saber, vou comer sem olhar se tem bichinhos ou não...

domingo, 12 de outubro de 2008

Poemas Femininos ( realidades )

*Que mulher nunca teve**
*Um sutiã meio furado, *
*Um primo meio tarado,*
*Ou um amigo meio viado?**


*Que mulher nunca tomou**
*Um fora de querer sumir, *
*Um porre de cair*

*Ou um lexotan para dormir?****

*Que mulher nunca sonhou**
*Com a sogra morta, estendida, *
*Em ser muito feliz na vida*
*Ou com uma lipo na barriga?**

*Que mulher nunca pensou**
*Em dar fim numa panela, *
*Jogar os filhos pela janela*
*Ou que a culpa era toda dela?**

*Que mulher nunca penou**
* Para ter a perna depilada, *
* Para aturar uma empregada *
*Ou para trabalhar menstruada?*

*Que mulher nunca comeu*
*Uma caixa de Bis, por ansiedade,
*Uma alface, no almoço, por vaidade *
*Ou, um canalha por saudade?**

*Que mulher nunca apertou**
*O pé no sapato para caber, *
*A barriga para emagrecer*
*Ou um ursinho para não enlouquecer?**

*Que mulher nunca jurou **
*Que não estava ao telefone,*
*Que não pensa em silicone*
*Que 'dele' não lembra nem o nome?**

*Só as mulheres para entenderem o significado deste poema! **

Estamos em uma época em que:

*'Homem dando sopa, **
*é apenas um homem distribuindo alimento aos pobres.' **

*'Pior do que nunca achar o homem certo **
*é viver pra sempre com o homem errado.'**

*'Mais vale um cara feio com você
*do que dois lindos se beijando.'*

*'Se todo homem é igual, porque a gente escolhe tanto???' *

*'Príncipe encantado que nada... Bom mesmo é o lobo-mau!! *
*Que te ouve melhor... *
*Que te vê melhor...*
*E ainda te come!!!*

*Mandem para mulheres que precisam rir, ou para homens que possam lidar com essa realidade!!!!!** *

(desconheço o autor ou autora e, por isso, não estão os créditos)
***se quiser, comente!!!***

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

metamorfose

Cena infelizmente comum nos nossos tempos, um homem ensangüentado na calçada, sua carteira jogada ao seu lado. Tudo lá, exceto o dinheiro.
O assassino, provavelmente um garoto faminto desses que a gente vê toda hora mendigando o pão ou cheirando cola. Como eu disse algo cada vez mais comum em nossos conturbados dias.
O que torna nossa cena diferente? O homem morto não era qualquer um. Era um grande amigo das crianças abandonadas à própria sorte em um lugar qualquer da vida.
O que chorava ao seu lado nada mais era do que um conhecido chefe de gangues de garotos que fazem da rua sua casa. Chorava copiosamente maldizendo a sorte que mais uma vez lhe tirava algo precioso que a vida lhe dera, mais uma vez tornava-se órfão quem sequer soube quem foram seus Pais.
Quem o teria morto? Quem poderia matar alguém que lutava para dar um pouco de direitos humanos a quem nem direito a um lar possuía?
Jota X, esse era o nome do nosso quase maior abandonado, não se conformava com as ciladas que a vida lhe preparara. Sem lar, sem amigos em quem pudesse confiar, sem comida, sem droga para "cheirar", fumar ou injetar; tudo isso era perversidade da vida que ele poderia suportar. Contudo, aquela morte foi o derradeiro passaporte para o inferno. Sua derradeira chance de viver de uma forma melhor morreu com seu protetor.
Se existissem balas em sua arma seria fácil resolver o problema, afinal, um tiro na própria cabeça resolveria, pelo menos nesta vida, seus problemas.
Chegaram os policiais, novo inferno. Começaram por algemá-lo e, aos empurrões, foi jogado em uma viatura e encaminhado a um distrito policial, onde, após um monte de perguntas acompanhadas de pancadas, acabou assumindo a autoria da morte de seu protetor. Tudo era mais fácil assim, caso encerrado para as autoridades.
Jota X nem tentou argumentar ou lutar, seria muito pior. Sabia o que o aguardava na prisão e não queria tornar as coisas piores. Pouco lhe importava qual prisão seria, era só outro setor do inferno.
Nem melhor nem pior do que as Ruas, só uma questão de adaptação. Afinal, ele já fora muito bem treinado para suportar todo tipo de perda na vida.
Seu companheiro de cela era bem maior e bem mais forte que ele, sinal de mais problemas. Na certa tentaria abusar sexualmente dele, utilizá-lo como "saco de pancadas" ou as duas coisas. Quem sabe não fosse seu dia de sorte e, na briga que por certo viria, o adversário o matasse.
As horas passavam e nada acontecia. Seria um psicopata, uma bichinha ou um tarado seu colega de cela?
Era barbudo, alto, forte e muito calado, calado demais para o gosto de Jota. Isso era muito mais assustador. Gente calada é sempre mais perigosa. Não dá pra saber o que acontecerá em seguida. Teria que redobrar sua atenção.
Seus olhares se cruzaram. Meu Deus, o que há nos olhos desse homem?
Ele olha como se enxergasse minha alma! Foram os primeiros pensamentos de Jota ao encarar nos olhos o homem à sua frente, que permanecia num mutismo impróprio da cadeia.
E aí, tudo na moral? Disse, tentando não mostrar insegurança na voz e, ao mesmo tempo, buscando começar uma conversa.
Aqueles olhos penetraram ainda mais fundo em sua jovem e sofrida alma. Era impossível desviar a atenção daquele olhar que ia tão fundo em seu ser. Finalmente as primeiras palavras:
- A sua dor não é maior do que a dos que te abandonaram. O sofrimento da carne termina com ela, o do espírito sobrevive à morte. Perdoa seus pais e seus inimigos, pois seu sofrimento terminará com sua vida. O deles durará muito mais, pois vem acompanhado do arrependimento de ter voltado as costas para você e para mim.
Seu futuro é o dos escolhidos, seu passado deve ser esquecido. Seu amor deverá florescer e transformar-se nos mais belos livros que o mundo já leu.
Lágrimas incontroláveis banharam a face de Jota e as palavras não saiam. Adormeceu em seguida, sendo vigiado por aquele par de olhos.
Ao acordar, sentiu tanta vontade de escrever que nem deu pela falta de seu companheiro de cela. Jota X é hoje um grande escritor, aclamado em vários países por suas mensagens de amor e ajuda ao próximo.
Jamais tornou a ver seu companheiro de cela, que segundo o guarda, nunca esteve lá.

Que tal clicar e comentar? É bom ter sua visita, melhor ainda seu comentário.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

separados

Sem nada dizer ela se foi. A casa ficou maior, tudo era só dele.
Não haveria mais necessidade de discussões. Nada de ter de arranjar desculpas para os atrasos ao sair do trabalho. Sua liberdade não mais seria vigiada.
Aquela cervejinha com os amigos após o dia de trabalho, o futebol aos domingos, a TV seria só sua. Tudo isso sem protestos da parte dela.
A comida?
Bem havia tantos lugares para comer que tanto faria ter comida em casa ou não. Aliás, era bem chato ter que ajudar na louça do jantar.
Sexo?
Ora, com tantas mulheres carentes à disposição, tudo seria muito mais simples.
Sua primeira semana de liberdade foi maravilhosa. Fez tudo o que lhe vinha à cabeça; dançou, bebeu, saiu com todo tipo de mulher, espalhou roupa suja pela casa toda, deixou o banheiro molhado depois do banho, cuecas no vaso sanitário, largou sapatos sujos no tapete da sala, etc...
Passada a primeira semana, tudo ficou complicado. Ninguém guardou os sapatos e as coisas espalhados pela casa. Ninguém lavou a pilha monstruosa de louças sobre a pia. O papagaio morreu de sede, ou seria de fome?
- Cadê a pomada pra gonorréia? Malditas putas!
Os amigos de copo viraram uns bêbados chatos e monótonos. Como é que alguém poderia gostar de ficar em bares?
Na terceira semana só havia espaço para lamentações. Como era chato levantar e não ter com quem conversar...
Por falar em acordar, "perdera" a hora de ir para o trabalho pelo menos quatro vezes na semana passada.
É, quem diria que ela faria falta algum dia?
Passou, por coincidência ou não, pelos lugares que costumavam frequentar durante o namoro.
Doeu muito o peso das lembranças, o sorriso dela estava em todo lugar. O brilho daqueles olhos negros o perseguia para onde quer que olhasse.
Os casais passavam ao seu lado abraçados como que zombando de sua tristeza. Via os cabelos negros dela esvoaçando em todas as cabeças que andavam pelas ruas. Sentiu falta de ouvir sua voz, mesmo que fosse para xingá-lo dos piores nomes possíveis.
Desistiu de buscar prazer em outros corpos, só ela sabia como e onde tocá-lo, fazendo com que alcançasse os maiores orgasmos possíveis.
Ah! Se seus olhos estivessem fechados, poderia sentir o cheirinho delicioso da comida feita com todo carinho, mesmo quando chegava fora de hora.
A quarta semana seria decisiva. Ou ela voltava ou ele morreria. Não fazia sentido viver uma vida que não fosse ao lado dela.
Pediu a uma amiga em comum que marcasse o local e a hora do encontro onde diria tudo o que lhe sufocava o peito. Diria o quanto a amava e do vazio que o engolia a cada momento longe de seus braços. Ela definitivamente saberia como ocupar seus espaços vazios.
Falaria de sua estupidez, da falta que ela fazia em sua vida.
Faria dela a mais feliz das mulheres, a cobriria com todo seu amor pra sempre. Nada mais se interporia entre eles. Nada de bar, amigos, mulheres ou bebidas. A TV seria somente dela, inclusive nos finais de semana, mesmo em final de campeonato.
De agora em diante ela daria as cartas do relacionamento.
Colocou sua melhor roupa, comprou as mais belas flores que encontrou no caminho e lá foi ele em direção da felicidade que deixara de ver na rotina da vida a dois. Felicidade que trocara por coisas sem a menor importância, agora podia ver.
Fez questão de recriar o clima do dia em que se conheceram, o mesmo barzinho, a mesma mesa, tudo mais ou menos igual. Enquanto ela não chegava, teve a certeza de que ela foi a melhor coisa que ele fez por ele mesmo.
Ela não veio. A noite terminou e com ela sua esperança de voltar a ser feliz. O dia veio ensolarado e iluminou um rosto onde lágrimas corriam livremente.
No tempo em que estiveram separados ela arranjou um novo amor e estava vivendo feliz ao lado dele.
Isso pelo menos foi bom saber, pois quem ama de verdade quer acima de tudo ver feliz a pessoa amada, mesmo que seja em outros braços.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

em quem confiar?

Depois de algum tempo sem postar, não por falta de assunto, apenas para refletir e cuidar de outras coisas que estavam meio que de lado, andei dando uma lida em coisas que armazeno no computador para ler e reler.
Eis que, dentre muitos textos que recebo por e-mail ou que simplesmente pego na rede, reli o que reproduzo abaixo. O autor não sei quem é, e por esse motivo, não coloco os créditos.
Vamos ao texto:
"* Qual é o capítulo mais curto da Bíblia?
Salmo 117
* Qual o capítulo mais comprido da Bíblia?
Salmo 119
* Qual o capítulo que está no centro da Bíblia?
Salmo 118
* Há 594 capítulos antes do Salmo 118
* Há 594 capítulos depois do Salmo 118
* Se somar estes dois números totalizam 1188
* Qual é o versículo que está no centro da Bíblia?
Salmo 118:8
Esse versículo diz algo importante sobre a perfeita vontade de Deus para nossas vidas. A próxima vez que alguém te disser que deseja conhecer a vontade de Deus para sua vida e que deseja estar no centro da Sua Vontade, indique a ele o centro de Sua Palavra, Salmo 118:8:
"Melhor é colocar sua confiança no Senhor teu Deus que confiar nos homens".
Agora, diga, seria uma casualidade isto?"

A verdade está disponível a todos, basta procurar com olhos e mente abertos. reflita e, principalmente use o que aprender durante o curso da vida.

domingo, 23 de março de 2008

o que é a morte

Transição de um plano para outro da existência. O fim da existência. Apenas uma mudança de estado de consciência.
Eis algumas definições da Morte, certeza absoluta do ser humano.
Ao nascer, estamos já a caminho da morte. O que fazemos entre o nascimento e a morte é que conta.
Nada trazemos nada levamos a não ser as sensações e experiências que tivermos. Boas ou ruins.
Certo homem buscou durante toda sua existência acumular riqueza e nada o impedia de buscar cada vez mais formas de muito ter. Chegou ao ponto de roubar os próprios pais e deixá-los na mais absoluta miséria.
Amores ofertados foram todos recusados, pois ter bens materiais significava em sua mente poder comprar pessoas e amores.
Família significava despesas e, portanto, desnecessária.
Amigos, só enquanto davam lucro ou oportunidades de tê-lo.
Religião não, todas elas só queriam seu dinheiro suado.
Caridade e amor só os tolos perdiam tempo com isso.
A solidão era a melhor companhia, pois podia em segredo ficar conferindo seus reais ganhos sem que alguém o espionasse e denunciasse ao governo a sonegação fiscal.
Os conselhos dados por pessoas que tentavam fazer com que acordasse eram motivo de piadas.
O tempo, senhor de todas as verdades, foi passando e, com ele, a juventude e a saúde...
Acamado e à mercê de médicos que sua paranóia tornava mercenários e inescrupulosos, não via a cura para sua doença degenerativa.
Seus bens não eram administrados da forma que ele fazia. Os empregados e parentes outrora humilhados é quem o destino cruel colocava para destruir tudo que conquistara de forma vertiginosa. Já não podia falar ou mover-se e, com requintes de crueldade, um de seus sobrinhos o colocava a par da falência de mais uma de suas múltiplas redes de lojas.
Lágrimas corriam de seu rosto enquanto parentes brigavam e dividiam seus bens antes mesmo de sua morte.
Foi dado como morto por três vezes e voltou, para decepção de seus parentes que não faziam questão de esconder o descontentamento.
Preso à cama nada podia ou conseguia fazer a não ser sofrer e muito.
Sentia um frio incomum a invadir o quarto e pode ver uma sombra escura a observá-lo. Soube de imediato que este era o fim, finalmente morreria e poderia escapar do arrependimento e da dor de ver tudo que conquistara se perder em tão pouco tempo. O fim era muito solitário, já não o visitavam mais. Cada vez que a porta do quarto abria aguçava os ouvidos para ouvir a voz de algum parente, não importava mais se eram xingamentos ou lamentações, precisava da presença de alguém...
Sentiu medo, solidão, desespero, saudade da mulher que tantas vezes lhe ofertara amor...
A fé que achava não sentir transformou-se em condenação no seu modo de ver, ele sequer sabia rezar e não podia pedir que rezassem por ele, não mais podia falar.
Intuía que a morte seria cruel com ele se existisse um local para onde iriam os mortos que, como ele, não acreditavam em Deus.
A quem pedir socorro se a toda forma de encontro com Deus virara as costas?
O vulto aproximou-se mais de seu leito de morte, já sentia o frio da presença e o hálito da morte.
Mentalmente pediu perdão a Deus e a todos que magoara, mesmo sentindo que não seria perdoado.
A passagem se deu de forma inesperada, não houve dor ou sons. Acordou em um lugar imaculadamente branco e cercado de olhares bondosos que deveriam estar enganados a seu respeito. Não aceitou os remédios e carinhos por achar que não era merecedor. Fechava-se em suas culpas e não era alcançado pelas palavras e vibrações a ele destinadas.
Tanto se recusou a perdoar a si mesmo que começou a sentir seu novo corpo, embora perfeito, cada vez mais pesado ao ponto de não conseguir mais caminhar naquele local iluminado, despencando finalmente para o lugar que achava merecedor de estar quem agia como ele agiu em vida.
Escuridão e sofrimento acompanhados de castigos e muita dor. Era isso que ele merecia era isso que estava acontecendo.
Não podia ou não conseguia perdoar seus erros...
Semeara e estava colhendo sem muita revolta. Apenas colhendo...
Aceitava e achava justo seu castigo. Não podia aceitar estar em um local de Luz, não ele.
Acreditava muito no ditado chinês que afirma; “A semeadura é livre, a colheita é obrigatória”
Ficou lá até achar que a pena fora cumprida.

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Cíume

Era tarde para fugir, ele bem o sabia. Os dois corpos jaziam inertes no quintal para atestar sua convicção.
Fazia algum tempo que suspeitava ser traído por ela. Inicialmente não quisera acreditar, mas suas atitudes eram cada vez mais suspeitas, um sorriso distante, nenhuma preocupação com os horários de chegada dele no lar de ambos e muitas outras pequenas coisas que, no início ele não dera a devida importância.
Certa feita, ao chegar em casa mais cedo, a pegou conversando ao telefone sobre posições e modos de praticar sexo, quis ouvir mais pensando ser com alguma amiga que ela conversava, mas, sua palidez ao vê-lo foi reveladora...
--Com quem você estava falando, disse ao vê-la desligar o telefone apressadamente.
--Com, com, com uma amiga, titubeou ela.
--Qual amiga?
--A janta está pronta, disse ela, mudando de assunto.
Tantas foram as vezes em que as atitudes dela lhe causaram desconfiança que o ciúme começou a morar em seu peito no lugar do machismo que antes lhe dizia que ela não encontraria ninguém melhor que ele em sua vida.
Começou a procurá-la sexualmente mais vezes no mês. A proibiu de usar roupas decotadas ou que mostrassem suas belas pernas. Olhava sempre discretamente o conteúdo de suas bolsas e pacotes.
O demônio do ciúme foi tornando-se cada vez maior e mais forte em seu peito, já não dormia direito e a cobria com toda espécie de desconfianças e perguntas. Dera vexame em vários locais públicos em que estiveram juntos por achar que ela estava olhando para alguém.
A coisa foi ficando pior à medida que o tempo passava. Um dia, ele saiu cedo do serviço e a encontrou conversando com um homem no portão de sua casa. Chegou irado e, só não agrediu a ambos por se tratar de seu irmão mais velho que resolvera visitá-los sem aviso. Sentiu vergonha de si mesmo. Gostaria de lhe pedir perdão, mas não o fez.
Tantas foram as outras vezes que ela cansou e quis a separação, pois já não agüentava mais tanta briga e desconfiança. Ele a agrediu violentamente e garantiu que ela só sairia da vida dele morta.
O clima de terror estava instalado definitivamente em suas vidas. Ele saia para trabalhar e a deixava presa em casa. O telefone foi desligado e o contato com familiares de ambos foi cessado. Ela virou prisioneira de seu próprio lar e ainda era obrigada a servi-lo sexualmente de todas as formas que sua imaginação agora doentia inventava.
--Era assim que eles faziam com você, piranha? Dizia entre um tapa e outro durante o coito forçado.
Não vendo como fugir da situação, por várias vezes ela pensou em dar fim à própria vida para fugir, chegou a tentar, mas ele chegou em tempo de estancar o sangue que fluía aos borbotões de suas veias rasgadas na altura dos pulsos.
Após o tratamento improvisado por ele, vieram as pancadas e a certeza de que o inferno seria eterno.
Após um longo período de agressões e confinamento, surgiu uma pequena esperança; os irmãos dele vieram ver porque eles não iam mais às reuniões de família.
Com a sagacidade que a loucura dá, ele os convenceu de que ela estava desequilibrada e ainda mostrou seus pulsos cortados e os hematomas pelo corpo dela para comprovar sua versão de que ele tudo faria para que a mulher amada não fosse internada ou se matasse.
Com pena dele e pressa de pegar o ônibus, nenhum deles deu importância às lágrimas que corriam de seus olhos. Naquela noite ela apanhou muito mais, pois ele achou que ela queria “dar” para seus irmãos. Seus gritos foram sufocados pelo som ligado bem alto. Pior de tudo era ser estuprada depois de apanhar e ser forçada a gemer alto fingindo sentir prazer pra não apanhar mais...
Um dia, depois de muito beber, ele exagerou na surra diária que ela “merecia por ser tão puta”. Dois dentes quebrados e o desmaio proveniente de um soco que prensou sua cabeça contra a parede.
Ele achou que a havia matado. O sangue não parava de jorrar e ela não acordava...
Em desespero, saiu para pedir ajuda de um amigo de confiança, na pressa, esqueceu de fechar as portas e quando voltou com o amigo, não a encontrou...
A vadia havia fugido com algum amante, sua mente doentia ficava lhe dizendo. O amigo, ao ver tanto sangue, quis saber a verdade, pois não acreditou que tinha sido um assalto o que ocorrera naquele lugar. A curiosidade lhe custou a vida, pois para não ser descoberto ele acabou matando o amigo com algumas facadas.
Em sua mente, ela havia fugido e estaria nos braços de seu amante com certeza e não voltaria mais para o lar dos dois.
O primeiro dos policiais que entrou na casa acabou por levar duas facadas e estava prestes a levar mais uma quando os outros entraram no local e ameaçaram atirar caso a faca não fosse jogada bem longe.
Era questão de minutos para começarem os tiros, ele havia ferido um policial e isso não ficaria impune.
Sua mente tentava achar uma saída e em sua mão estava a faca ensangüentada em atitude ameaçadora.
Aqueles imbecis não entendiam que a vítima era ele? Ela o traíra. Ele só a estava castigando por que ela merecia. E, se nunca a pegara em flagrante, ele tinha certeza e isto bastava...
Foi quando, olhando um pouco mais à direita, a viu amparada por um policial e o vizinho que os havia chamado. A vadia estava logo com dois bem ali na sua frente. Isso só poderia ser vingado com a morte bem lenta, lhe dizia a mente doente e, sem pensar em mais nada arremeteu na direção da traidora para exterminá-la e aos seus novos amantes. O primeiro disparo o atingiu na altura do peito e ele foi jogado de costas no chão. Levantou-se sem entender porque não podia lavar sua honra em paz e continuou na direção dela, sendo atingido agora por vários projéteis.
Com o sangue escorrendo de vários buracos pelo corpo e sentindo a vida lhe escapar, balbuciou:
-- Eu te amo, vagabunda! E, com um filete de sangue escorrendo no canto da boca, morreu.

Ps.: este texto eu escrevi há alguns anos, mas a coisa ainda me parece atual.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

poesia diferente

Os contrários, ainda que contraditório

Fatalmente se atraem.

Lutam um contra o outro mas fatalmente se atraem.

Por mais que nos pareça infinitamente contraditório...

Querer um padrão de comportamento entre ódio e amor,

Eis o que realmente causa o sofrimento e a dor.

No amor e no ódio não há padrão e sim obsessão.

Só há um objeto, amado ou abjeto.

A fúria ou a calmaria, o ódio ou a alegria uma coisa só são!

Longe ou perto o sentimento equidistante e repleto

De dúvidas ou meias verdades!

Às vezes inimigos hoje amanhã viram caras-metades.

Ou não, amantes viram inimigos quando termina

O que não deveria ter começado.

Ela e Ele são diferentes até no sexo,

Taí algo que torna tudo ainda mais complexo!

E quando são do mesmo sexo?

Será sem problemas quando são iguais?

É muito claro que não, entre iguais é contramão!

São perseguidos, até odiados, pela contradição.

Quais são os errados e quem são os normais?

Se no campo da paixão quem manda não é o cérebro

E sim o coração?

Mas, isso é mais uma contradição, pois quem manda é o cérebro

E não o coração!

É, se o bom é o diferente, por que enlouquece tanta gente?

Por que tentar fazer alguém diferente gostar da gente?

Seria mais simples gostar de quem gosta da gente,

Mas, o gostoso é gostar do que é diferente!!!

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

É, a coisa vicia...

Dois ou mais dias sem postar nada, só as mudanças fizeram parte do meu ser.
Uma hora era o AdSense que não cabia no template, outra hora era a barra de pesquisa do google que não encaixava. Outra hora eu perdido e voltando ao começo...
Foram vária tentativas, erros e acertos e alguma coisa deixada pra depois.
A vitrine do Jacotei foi um drama à parte para dimensionar (ficou um tanto 'improvisation' enquanto não resolvo...).
O mercado livre já conheço e tenho usado em outros sites há bom tempo, não deu trabalho...
Os Blogs Templates para Novo Blogger e Interney.net mais uma vez foram de grande ajuda, principalmente o Templates para Novo Blogger.
A coisa saiu, ainda não estou totalmente convencido mas saiu.
Não aguento mais ver falar de HTML... Por enquanto...
Prometo tentar não mudar muito o que já fiz e vou tentar deixar mais leve o carregamento do Blog.
Agora deverei ficar um tanto longe da coisa, pelo menos até dia 05/02/08 quando volto do carnaval (irei a trabalho). Provavelmente no lugar que ficarei dificilmente será possivel postar algo e tem também o horário de trabalho que é um pouco longo, sem falar das cervejas que, agora sei fazerem bem pra saúde, com certeza irei tomar.
Muito creio ter feito do dia 11/ jan/2008 até aqui. Muito mais com certeza está por vir pois a coisa entrou no sangue de vez.
Antes de viajar já estou com saudade de postar ou mudar alguma coisa no Blog, espero que o conteúdo agrade e dê algum lucro, é claro.
Por agora, é isso!!!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Pareidolia ou não, eis a questão

Pareidolia, nome de um fenômeno onde o cérebro humano tenta dar sentido a coisas aleatórias que vemos e que são parecidas com algo que conhecemos. Objetos em nuvens, face em marte, São Jorge na lua, imagens em vidro e por ai afora.
O provável e mais novo exemplo de Marte é a figura que lembra um ser humano fotografada pelo robô spirit da NASA no final de 2007 e que tem despertado as mais variadas reações na internet.
Convém salientar que bastaria uma nova foto feita no mesmo lugar para provar se é uma pareidolia ou se realmente havia um ser no local, coisa que penso a NASA não fará no momento pois estes mitos e dúvidas sempre geram mais dinheiro para as pesquisas e viagens espaciais.
O cérebro humano é fantástico mas pode pregar peças no mais cético dos homens. Ou seriam as imagens de Marte e outras prenúncio de algo maior muitas vezes encoberto por autoridades?
Fica a dúvida e a explicação é a que cada um achar melhor.
veja o vídeo abaixo das carpas coreanas, um exemplo entre tantos outros do que falo:

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

desvio de objetivos

Pois bem, lá fui eu de novo atrás do canto da sereia. O principal foco do meu blog é escrever e transmitir o que penso em comentários ou textos escritos por mim.
Acontece que levei um bom tempo buscando widgets, templates, scripts e sei lá mais o que para dar beleza e funcionalidade ao blog. Fui navegando por centenas de fóruns, blogs e afins na sede de deixar a coisa mais bonita...
Mil e uns cliques depois, caiu a ficha!!!
Bonitinho e funcional tudo bem que acabaria ficando, mas quem já me conhece e gosta das coisas que escrevo não está essencialmente procurando coisas bonitinhas e sim opinião sincera e textos de minha autoria ou de outros autores. Quem ainda não me conhece creio também está procurando algo diferente ou que confirme o que pensa. Nos dois casos pude perceber que perdi um precioso tempo correndo atrás de moinhos feito um Dom Quixote versão 2008. Pois bem, depois de várias mudanças e inscrições aqui e acolá, volto a centrar o foco no que é primordial.
Feitas as explicações, fica o conselho a você que como eu é blogueiro de primeira viagem, centralize num primeiro momento toda sua atenção no conteúdo e depois no visual e outras ferramentas.
Por enquanto é isso...
Ops.: Já ia esquecendo, muita coisa nova que está aqui em termos de visual e funcionalidade você acha no Templates Novo Blogger entre outros que em breve colocarei em uma lista.