quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Hoje Eu Vi Poesia

Hoje eu vi poesia,
era uma criança que sorria.
Só me olhava, nada dizia.
Eu a olhava e ela sorria.
Assim começou meu dia,

Vi uma criança que sorria.
Guardei seu sorriso,
Acho que era preciso.
Falar sobre o sorriso,
Da criança que para mim sorria.
Assim começou esse dia.
Sorri para a criança que sorria
No sorriso dela Deus abençoou meu dia.
Tomara que para você uma criança também sorria,
E para ela você também sorria...





jaime 30/07/2013 14:10hs

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

A Amizade e Seus Conflitos

Sabe, muitas vezes alguém que amamos nos ofende, nos ignora ou faz algo que nos tira do sério.
Nesses momentos é que saberemos se realmente gostamos da pessoa a ponto de relevarmos e buscarmos esquecer ou perdoar o ocorrido.
Não somos perfeitos...
Cometemos erros e acertamos, faz parte do aprendizado.
O que pode parecer sem solução em um momento em outro torna-se coisa sem importância se conseguirmos parar para respirar e ponderar o todo sem nos atermos ao momento.
A amizade é algo que dividimos com outra pessoa e não algo só nosso ou dela. É algo a ser dividido para multiplicar.
Não é passar a mão na cabeça nem ficar cobrando, é o meio termo disso. É a soma de um todo que, para valer a pena, precisa ser discutida às vezes noutras só um olhar.
Amizade é um bem tão precioso que às vezes as pessoas só o percebem depois que a perdem.
Antes de falar tudo que vem à mente deveríamos respirar, respirar e respirar. Tem coisas que é bom evitar falar. 
Quais são???
As que não gostaríamos de ouvir.
Coloque-se no lugar do outro e faça um balanço, provavelmente você verá nesse espelho de quem é a culpa na maioria das vezes.
Finalizando, você prefere dar a ultima palavra ou ter amigos?

quarta-feira, 31 de julho de 2013

A Fé e o Fiel


Sabe, eu estava aqui pensando e resolvi dividir com você parte da coisa. Todas as religiões e seitas tem como objetivo unir cada vez mais o homem a Deus. Por que brigam tanto entre si, se a vontade é a mesma?
A bíblia é o manual a ser seguido ou, pelo menos a ser consultado pelos cristãos.
Cada denominação entende de uma maneira o que está escrito, a maneira que lhes convém ou dá poder sobre as pessoas...
Você já parou para pensar em conversar com Deus diretamente?
Simples assim, sem intermediários, diretamente. Claro que se alguém gasta seu tempo estudando a bíblia vai querer ganhar alguma coisa para te explicar...
Se você só ouvir e não for lá ler e tirar suas próprias conclusões corre o risco de errar em grupo ou acertar, de toda forma corre o risco. Quem conta um conto, aumenta um ponto.
O preço que você paga pode ser muito elevado. Não quero te dizer para abolir sua religião(do grego religar) apenas te dizendo para fazer como os gnósticos; saber, ousar e calar o que não deve ser dito no momento.
Deixe somente Deus ter poder sobre sua vida aos outros conceda o ouvido e que o coração aliado ao cérebro decida o que é melhor pra você.
Acho, com direito a estar errado, que Deus, no seu infinito amor acolhe a todos, inclusive os maiores pecadores (no conceito variável de pecado do homem) em seus amorosos braços e dá seu amor tanto ao filho pródigo quanto ao filho que se mantém na fé. Diferentes dosagens de amor mas sempre o amor. O pecado não existe, é só uma ilusão que desfeita, mostra a imagem verdadeira do homem, filho amado de Deus.
Concluindo, não é preciso brigar, é preciso AMAR A TODOS COMO A SI MESMO.
Deus nos abençoe a todos, até os que nele não creem por enquanto.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Paixão

O corpo estava  lá, a poucos metros de onde haviam discutido pela ultima vez. A rigidez cadavérica já se manifestava. Da cama onde estava deitada podia vê-lo e rememorar todos os momentos finais de tantas e tantas brigas e ofensas mútuas.
No passado a paixão avassaladora, no presente um corpo já sem vida e jogado no local do desfecho de tantas e violentas desavenças.
Quem estaria certo ou errado não tinha mais importância. Só existiria um deles vivo, o outro só lembranças.
Lembrou dos beijos, carícias e prazeres divididos entre a culpa e o prazer. Antes de serem um casal, foram amantes. Ela deixou filhos e marido e se rendeu às vontades do amante que a levava a multiplos e maravilhosos orgasmos. A quimica falou mais alto que qualquer conselho ou sentimento de pudor.
O marido e filhos jamais a perdoaram e pouco importava o que sentiam, sua felicidade estava acima de tudo e todos.
Foi um período curto de felicidade, logo substituído pelo ciume e agressões inicialmente verbais, depois físicas até culminar com o desfecho trágico.
Olhou no espelho e viu um rosto marcado pela culpa e golpes recebidos durante o embate onde começara como vitima de agressão e terminara como assassina.
A verdade é que ela iniciara a violenta briga. Os ciumes a possuiam cada vez que ele demorava a chegar.
Tinha certeza quase que absoluta de que ele tinha uma ou várias amantes. Por diversas vezes o seguira sem sucesso na confirmação de suas suspeitas.
Quando apos alguns meses, ele deixara de procurá-la sexualmente com a frequencia costumeira a coisa começou a andar em direção ao trágico desfecho. Ela cuidava do corpo como se fosse uma preciosa escultura de carne e osso, academia, lipoaspiração, plástica e tudo que estivesse a seu alcance era feito para manter o corpo perfeito e à disposição do amado.
Nada era mais importante que ele em sua vida.
Não aceitava o cansaço como desculpa para não fazerem amor repetidas vezes, inclusive gripes ou outras doenças não eram motivo para adiar o que  a química pedia. Só de pensar nele, sentia o corpo umedecido e pronto para o sexo.
A coisa começou a ficar violenta quando ele começou a recusar com maior veemencia os assédios diários dela.
Numa noite já perdida na lembrança, ele foi acordado com ela apontando uma arma para seu peito e exigindo saber onde ele tinha deixado o tesão. A ira tomou conta do rapaz, que a agrediu violentamente após ter tirado a arma de suas mãos.
Sucessivas brigas e agressões acompanhadas de reconciliações pra lá de picantes viraram rotina para o casal.
Com o tempo, até a s brigas perderam o interesse por parte dele.
A loucura se instalou na mente dela, que cada vez mais achava motivos para justificar a morte do companheiro cada vez mais distante embora morando no mesmo teto.
Se não fosse dela com certeza não seria de mais ninguém.
O plano começou a tomar forma em sua perturbada mente, ele morreria e ela teria de volta sua sanidade e liberdade de escolhas. Com ele vivo, tudo giraria ao redor dele. Sem a presença dele tudo seria normal outra vez, ou não. Importava para ela ficar livre da opressão mental a que era submetida todos os dias.
Como que seguindo orientação de outrem, preparou tudo para dar fim à vida do companheiro.
Sem saber se teria coragem de levar a termo, preparou tudo para dar um fim ao tormento mental.
Ele parece que resolveu ajudar a aumentar o ódio do momento chegando quase 3 horas depois do horário habitual e com cheiro de bebida. Falou que queria dar um fim na relação e que ela deveria procurar ajuda profissional. Um tapa no rosto do homem amado desencadeou a violência.
Ele, aturdido pela força do tapa, reagiu com um soco no rosto dela, derrubando-a quase desacordada. Ato continuo, vendo que ela não se mexia, buscou reanimá-la temendo ter exagerado. O local atingido sangrava um pouco e um grande edema começava a tomar forma em seu rosto.
Deitou-a na cama, foi buscar gelo para o inchaço e um pano para limpar o sangue que escorria. quando voltou a encontrou com dois copos de bebida nas mãos e lágrimas nos olhos.
Ela disse concordar em buscar ajuda médica e que ficaria afastada dele por um tempo para ajudar a decidir que rumo daria à própria vida. Aquele seria talvez o ultimo drink juntos antes do tratamento.
Ele a limpou, tratou da ferida e pediu desculpas pela agressão, ela fez o mesmo pedido a ele.
Beberam e foram dormir, ela no quarto, ele no sofá. Por volta das 3 horas da madrugada, ela o procurou sem roupa e cheia de desejos. Inicialmente ele recusou mas a quimica falou mais alto e fizeram amor como nunca haviam feito. Vencidos pelo cansaço, dormiram de novo.
A cama oprimia sua dona, sentada ela olhava o corpo, objeto de suas paixões, dormindo ao seu lado.
Foi à cozinha, tomou um refrigerante e, ao virar-se para ir ao banheiro, ouviu a voz do amado sonhando. Tomada pela curiosidade, voltou ao quarto a tempo de ouvir o nome de outra mulher nos lábios que percorreram seu corpo e lábios horas antes. Todos os demonios do inferno gritaram ao mesmo tempo em sua cabeça, exigindo sangue para pagar a afronta. Voltou à cozinha tomada pelo choro e com ódio de tudo e todos pegou uma faca e voltou ao quarto do casal.
Quando saiu do transe, estava deitada na cama do casal, cujo lençol estava empapado com o sangue dele.
O corpo que lhe dera tanto prazer e preocupações jazia no chão perfurado por incontáveis facadas. Todo o quarto estava marcado pelo sangue dele.
Sentou na cama, ligou para o ex-marido, pediu perdão a ele e aos filhos e, tomando veneno com uisque, esperou a morte com a cabeça do amado no colo e olhos fechados e serenidade no semblante.

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Se não gostou, comente

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Tempo


vontade louca de voltar no tempo
bem a tempo
pra dizer que perdi meu tempo
tentando ganhar tempo
pra viver um tempo
melhor que o presente tempo
pura perda de tempo...
to sem tempo!!!


Jaime 2501201201:03h

sábado, 24 de dezembro de 2011

A todos que posso chamar de amigos



Sabe, eu queria te desejar o melhor Natal do mundo mas isso já é seu...

Queria te dar o melhor presente, mas alguém já deu...

Te queria feliz, muito muito feliz, mas, do seu jeito você já é...

Queria que Deus te visse como filho(a) único(a), mas isso você pra Ele é...

Então só desejo continuar sendo seu amigo...

Eu do teu lado e você lado a lado comigo.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Dor


Somente pode entender, mesmo assim parcialmente, a dor dos outros quem passou por alguma dor.
A perda de um ente querido, a saudade de um grande amor que se foi são exemplos.
Quem tem uma régua para medir dor e sentimentos?
Quem pode aquilatar o que os outros sentem?
Está exagerando quem chora a morte de alguém?
Para quem vivencia a dor ela não parece ter fim. Qual o momento certo para superar, se cada ser difere dos demais?
A dor física é, na maioria das vezes, superada ou abrandada com remédios, a espiritual tem remédio?
E os que não choram quando perdem alguém amado para a morte, nada sentem?
Muitas questões para resumir o que não pode ser dimensionado, pois o sentir é exclusivo de cada ser.
Julgar ou pre julgar o que o outro sente nos leva a cometer erros em relação aos sentimentos dos outros. Nem sempre estaremos sendo justos pois não temos como medir de forma correta o sentir.
Na era em que tudo é depressão ou stress, o diagnostico é dado antes de se ouvir o paciente. Ou a pessoa está estressada ou depressiva. Basta que se veja parte do que ela está passando...
O todo de uma pessoa deveria ser analisado, corpo, mente e espírito.
Qual o médico que pode tratar da causa e do sintoma concomitantemente?
Se somos limitados quanto a medir o que o outro sente, usamos nossa forma de ver as coisas para medir, como poderemos avaliar e ajudar quem sente dor?
A fé é um remédio universal?
Duas pessoas de uma mesma religião interpretam de forma diferente um mesmo ensinamento, seja na leitura ou na aplicação do mesmo.
Onde um vê um caminho outro vê outro. Como prova do que digo, cito a proliferação de igrejas tão diferentes e tão iguais falando de Deus segundo seu ponto de vista.
A medicina busca remédios para os sintomas e a origem fica de lado. Efeitos colaterais e dependências são subprodutos aceitáveis desde que alguma melhora se apresente.
Um remédio para corpo, mente e espírito fica difícil pois não há consenso entre a fé e a medicina.
O que fazer então?
Vivenciar a dor e não tomar remédios ou querer se adaptar ao que a sociedade acha que é o tempo ideal para viver a dor.
Dor nem sempre é ruim, nas doenças é aviso de que algo precisa de tratamento.
A dor da perda deve ser sentida e vivida até que venha a aceitação natural de que começamos a morrer ao nascermos.
Cada um de nós tem um tempo de validade. Nascemos únicos e morremos únicos por mais que nossa história se pareça com a de outros.
Cabe a cada um saber medir os próprios sentimentos e controlá-los ou não.
Seria bom parar de queremos que os outros ajam ou reajam conforme achamos.
Cada ser humano é maravilhosa criação de Deus e, por isso, diferente de todos os outros, não devendo ser julgado ou dimensionado a conceitos.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Nascimento de um Filho


Um filho.
Para a Mãe a transformação, de mulher para um ser 100% dedicado a proteger, alimentar, educar e tudo o que o pequenino ser dela precisar. É um amor incondicional. O pequeno ser já é amado no período de gestação, quando nasce, o amor só aumenta.
O Pai, preocupado com ambos, ama um pouco mais de longe. É um amor um pouco diferente, eu diria, um amor compartilhado. A Mãe totalmente emocional, o Pai um tanto retraido.
Com o passar dos dias, o Pai estará totalmente entregue aos encantos do bebe. Inicialmente ele fica dividido entre a falta da atenção total e o amor pelo bebe. A Mãe não muda, é o bebe em primeiro lugar e tudo o mais vem depois.
Ai o bebe abre com seu olhar e seu sorriso o coração do Pai, que vira um ser 'babão' e começa a achar semelhanças e diferenças maravilhosas e exclusivas em seu rebento.
Pronto, a Mãe fica em segundo lugar e o bebe em seu amplo e irrestrito primeiro lugar nas atenções do "babão" Papai.
Quando surgem as primeiras sílabas, um "pa" vira "papai", um "aa" vira "mamãe" e por ai adiante. Foi dada a largada para a competição pelas atenções, olhares e grunhidos do bebe.
O Pai "babão" e a Mãe hiper protetora cercam o bebe o tempo todo de carinhos e cuidados com evidentes exageros de ambos. Se não dorme, preocupação. Se dorme muito, preocupação.
A cor do cocô do bebe vira uma conferencia ou video-conferencia, se os pais possuirem a tecnologia para tal.
As Avós e os Avos viram sábios a serem consultados a qualquer hora do dia ou da noite.
As noites são um capítulo à parte, na sua maioria insones.
Os primeiros passos, primeiras palavras e tudo que acontece até os cinco anos fazem do Pai "babão" e da Mãe "super protetora" um par de seres felizes e preocupados com tudo que cerca o pequenino ser.
Dos cinco anos até o momento em que o bebe fica cada vez mais independente e forma sua própria família, o tempo passa sem ser percebido entre alegrias e preocupações, passando é claro pelo conflito de gerações.
Quando vem o primeiro neto ou neta a coisa toma rumos ainda maiores. Na opinião dos avós os filhos que viram pais não tem qualquer experiência e querem fazer tudo errado.
É um tal de "no meu tempo tudo era melhor" pra lá e um tal de "essa juventude faz tudo errado" entre outras coisas.
Quem treinou os filhos para serem pais?
Naõ importa, os Avós sabem tudo e acabou.
Avós "babões" são um problemão...
Feliz é o Lar abençoado com filhos, verdadeiras bençãos de Deus a um casal.

terça-feira, 25 de maio de 2010

o remédio universal


Em meio a tantos por que será que algumas pessoas sentem - se tão sós?
Olhos preocupados e assustados é o que mais se ve no rosto das pessoas pelas ruas. Quase todos sequer reparam na beleza das árvores, no sorriso das crianças e tantas outras coisas simples mas que deveriam chamar a atenção de todos.
Cada um preocupado com a propria segurança e a dos seus. Só as coisas do eu são importantes.
O Deus Dinheiro comanda tudo, inclusive as religiões.
Pais e filhos são estranhos num mesmo lugar onde cada um cuida de si e vive em seu mundinho particular, saindo só pra brigar por seu espaço ou alimentar-se o mais rápido possível para voltar para sua redoma.
A solidão e a depressão são irmãs que adoram habitar coraçãoes sem espaço para as coisas simples e belas como contemplar uma flor.
Médicos fazem fortuna para tratar com remédios a falta de relacionamentos...
Amizade, carinho, solidariedade, meditação, sorriso, atenção, e toda uma serie de coisas que deveriam ser normais a qualquer ser dão lugar a ansiedade, vontade de ter cada vez mais, falta de tempo e tudo o mais que faz parte da vida que aceitamos como normal em nosso tempo.
Os velhos (pessoas que acumularam a experiência dos anos) são só pessoas que falam demais aos olhos da maioria. Tudo que aprenderam e anseiam ensinar não tem valor para a grande maioria que prefere errar tudo de novo...
Doenças da falta de humanidade são o resultado colhido pela maioria no nosso tempo presente. Infartos, derrames, hipocondria aguda e tantos outros males poderiam ser curados ou minorados em seus efeitos com o simples ato de sorrir, mas sorrir é cada vez mais difícil...
Suicidios e assassinatos aumentam cada vez mais e a explicação que é dada se baseia em números ou gráficos estatisticos, a causa verdadeira pouco importa. So lucros com remédios e tratamentos outros criados por espertos curandeiros modernos.
Em resumo, o tratamento preventivo é o sorriso e muita humanidade no coração para poder ver a vida como ela é; maravilhosa, cheia de desafios e maravilhosa em suas cores, sons e gostos!
Viva um dia de cada vez sem esquecer de observar as coisas simples e belas que a vida nos mostra a todo momento, basta olhar.
A alegria é irmã da saude, só por egoismo, experimente a alegria para cuidar da sua saude.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Trabalhando na vespera do Ano Novo

Há Poucas horas de um novo ano, estou trabalhando, como muitos outros.
É necessário um pouco mais de amor pela profissão nesse dia. Afinal, quase todos estão com as famílias ou não, conforme decisão de cada um.
Pra quem tem que trabalhar em dias assim, não há outra opção a não ser o amor pela função. É saber que alguém tem que tirar a foto em que todos aparecem felizes sem aparecer nela, é claro.
Dedicação é o nome da coisa.
Você faz o que gostaria de fazer???
Que tal fazer como meta em 2010 o trabalho que gosta???
Pode ser chato trabalhar em alguns dias especiais, mas é muuito bom em todos os outros.
FELIZ ANO NOVO!!!