terça-feira, 8 de março de 2016

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Muito bem, falar da mulher é preciso definir de qual delas se quer falar.
Da Mãe, da Filha, da Esposa, da Companheira, da Amiga, da Coluna que sustenta a relação, da Dona de casa, da Dona do coração, da Guerreira invisível, da que Sangra calada para ver filhos sorrindo, etc...
A Mulher é igual ao homem em quase tudo.
No quesito amor é superior de forma esmagadora.
Quando se torna Mãe, vira um ser maluco capaz literalmente de qualquer coisa por sua cria.
Na sedução fica ainda mais difícil para o homem...
Um olhar, um jogar de cabelos ou um decote bem planejado e lá estamos nós homens babando como bebes que somos e sempre seu colo queremos...
Dedicação é outro setor em que a mulher é destaque absoluto. Trabalha o mesmo tanto de horas que o homem e ainda arruma folego para cuidar do lar e tudo que precisamos como seus bebes crescidos que somos. Depois de tudo isso ainda estão fogosas quando chegamos cheios de amor pra dar.
Gostam de gastar mais do que deveriam mas fazem por merecer...
Como Mães, elas nos empurram para o sucesso ou nos jogam no maior dos poços do fracasso dependendo de como as tratamos.
Perder a mulher amada é para o homem um castigo que pode destrui-lo.
Somos seus bebes crescidos. Do nascimento até a morte sempre dependeremos delas para viver melhor.
Será coincidência que na esmagadora maioria das vezes o homem escolha uma mulher parecida com sua Mãe???
Somos seus bebes crescidos, precisamos de colo, carinho, empurrões, consolo, apoio, sexo, etc...
Se aprendêssemos a amar como amam as mulheres o mundo talvez fosse um lugar muito melhor.
A força do homem aliada à sabedoria da mulher cria o Paraíso na Terra.
Feliz Dia Internacional da Mulher a todas as mulheres de verdade!!!


Jaime Saldanha (08032016).
PS.: somos seus bebes crescidos e precisamos de seu colo sempre

sexta-feira, 12 de junho de 2015

PRA MINHA NAMORADA

Namorar você é bom demais
Te namoro ao vivo, em pensamento.
Calado, falante sereno, ciumento, a todo momento.
Namorar você é bom demais.
Brigas, ciumes queixas...
Tudo fica pra traz quando me beijas.
Tudo fica lindo quando me beijas.
Tudo pega fogo quando me desejas.
Sabe, quero continuar te namorando
Mas, somente por um tempo,
Minha namorada querida,
Um tempo chamado vida.
Pode ser que nos separemos ou não
Pode ser que nos abandonemos ou não.
O que não posso é te esquecer
Você me ensinou a não querer te perder.
Meu presente é melhor com você
Meu passado foi melhor com você
Meu futuro será melhor com você
Meu eu é melhor com você.
Jaime 12/jun/2015 (cheio de vontade...)

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Um Olhar

O olhar,
um certo olhar,
diz mais do que as palavras que podem ser medidas
brecadas ou comedidas pra evitar feridas.
O brilho do olhar,
ao olhar,
fala do que a boca busca ocultar.
Vontade de tocar, ouvir, beijar,
sentir, estar....
É isso que se esconde no olhar
e que é visível a quem sabe olhar.
Profundo o desejo de ocultar
o que não consegue o olhar.
Paixão que pode conjugar
o verbo amar.
Tudo está no olhar,
é só buscar no olhar...

sábado, 14 de março de 2015

Parte do Sonho Já é Realidade

Parte do sonho já é realidade. 
Meu livro no formato e-book(digital) já está à venda na Amazon em todas as lojas pelo mundo
O livro impresso não demora, faltam alguns detalhes de impressão. 
O link abaixo é de compras no Brasil. 
Você que tem conta especial no Kindle terá promoções fornecidas por eles

terça-feira, 10 de março de 2015

Arauto do Sangue IV: A Traição

A mente de Hugo, o Arauto do Sangue, estava indo embora. Já estava quase impossível ter um único pensamento...
Foi quando uma luz extremamente forte brilhou entre as pedras negras da Besta Ancestral.
O corpo de Hugo, antes jogado ao chão, sem vontade própria foi levantado pela Besta. Seus múltiplos olhos fitaram Hugo por um tempo que lhe pareceu uma eternidade.
A Besta olhava a alma de Hugo, o Arauto de Sangue,  soube disso ao conseguir novamente pensar e observar, as únicas coisas possíveis de se fazer naquele momento.
A Abominação entrou na mente de Hugo e, instantaneamente soube tudo o que o Arauto vivera até ser dominado pela pedra negra.
Algo parecido com um diabólico riso trovejou na mente de Hugo.
A Criatura viu o quanto seu Arauto era voltado para o mal, viu nele muitas possibilidades de uso. Isso salvou Hugo de ser drenado ali mesmo.
Com Hugo em suas poderosas garras, a criatura foi até o lado de fora de onde estavam as pedras negras que estavam drenando a mente e o corpo de Hugo e, enquanto decidia o que fazer com o Arauto do Sangue, o jogou no chão inóspito do lugar. Hugo não conseguia mexer nenhum músculo, tanto pelo medo que sentia como pela influencia das pedras negras.
A hedionda criatura, após algumas horas de reflexão, pegou o corpo de Hugo que estava sendo parcialmente devorado por vermes muito comuns e vorazes do local onde estavam e o ergueu acima da cabeça enquanto pronunciava encantamentos em uma língua ancestral.
Os vermes que ainda estavam no corpo de Hugo e os que estavam no local morreram todos de uma vez.
O Arauto do Sangue, ao ser colocado de volta ao solo, já era um ser diferente de qualquer criatura viva. Era uma cópia menor da Besta que o modificara para seus sanguinários propósitos.
As pedras negras já não exerciam poder algum sobre Hugo, que agora as controlava e elas docilmente lhe obedeceriam a menos que contrariasse o seu senhor bestial.
O Arauto sentiu uma sede infernal que só seria saciada com sangue. Alguns animais estavam próximos do local e Hugo, com o poder mental que agora possuía aproximou-se deles sem que pudessem sair do lugar. Apenas emitiam um som vindo como que um choro.
Após drenar o sangue de todos os que viu, Hugo sentiu sua sede acalmar.
Seu mestre, com uma imitação de risada bestial, aprovou seu Arauto.
Mentalmente Hugo soube que seria eternamente servo daquele ser, cuja maldade podia sentir ainda que estivesse em outro planeta.
Os poderes de Hugo cresciam à medida que drenava sangue de suas vítimas.
Um plano audacioso começou a se formar em sua mente ainda mais doentia e inescrupulosa. Enfrentaria a Besta de igual pra igual quando surgisse a oportunidade. até então a serviria como o mais fiel dos servos.
A restrição feita pelo Celestial  que aprisionara a Besta em Ricarium através de magia ancestral não impedia Hugo de sair do planeta. A Besta, mesmo ciente de que seu Arauto a trairia assim que tivesse uma chance, enviava Hugo a missões onde as pedras negras não poderiam ir pois precisavam dos círculos de pedra do Celestial para poderem seguir seu rastro de luz.
Hugo rivalizava seu mestre em crueldade. Os locais onde era enviado após sua passagem eram completamente devastados. Hugo passou a odiar toda forma de vida e a olhar tudo como fonte de energia. Até as plantas tinham a energia drenada por Hugo, que, embora preferisse o sangue de todos os seres que o possuíam, também aprendeu a extrair a seiva vital das árvores. Em todos os mundos visitados por Hugo, o Arauto do Sangue, a vida deixava de existir antes de sua partida.
Com uma crueldade sem limites, Hugo brincava com a comida antes de tudo destruir. Chegava aos diferentes planetas como se fosse um enviado dos céus que a todos iria premiar ou castigar. Construía com seu poder mental todo um sistema religioso ligado a sacrifícios e mortes de inocentes até que o sangue restante estivesse contaminado pela adrenalina da culpa e da ganancia, o que o tornava especialmente delicioso para Hugo. Seu mestre recebia o sangue dos sacrifícios e Hugo reservava para si o sangue dos sacrificadores. Ou por tédio ou por achar sua missão cumprida, na maioria das vezes, após um ano local, o Arauto exterminava toda forma de vida em apenas dois dias locais. Muitos seres eram apenas dilacerados para aumentar o medo dos outros e, assim tornar o sangue mais rico em adrenalina, ou seja, mais saboroso.
Hugo era agora o Arauto favorito da Besta aprisionada em Ricarium. As pedras negras estavam vibrando intensamente cada vez que Hugo voltava a Ricarium. Elas o temiam e reverenciavam assim como os 12 outros Arautos da Besta, únicos remanescentes dos  Sanguis, uma das duas castas de Ricarium.
Hugo sentia que seu poder e influência sobre os outros Arautos e as pedras negras seriam de grande valia para enfrentar a Besta Ancestral. O que o Arauto não sabia era que a Besta sabia de cada pensamento seu e de todos os outros Arautos. As pedras negras também vibravam mais intensamente quando Hugo estava perto porque a Criatura assim o queria. Nenhum dos Arautos, inclusive Hugo, seria páreo para a Abominação Ancestral presa em Ricarium pelo Celestial.
Hugo, há um ano local em Ganimedes, uma das luas de Júpiter, o maior planeta do sistema solar,
entediado, matou dezenas de habitantes das mais variadas formas só para se distrair. O local, um imenso templo com a imagem de Hugo, cultuado por eles por temor e desejo de poder, possuía o formato de uma arena onde cabiam milhares de seres, amontoados e em pé ao redor. No local havia, no centro um imenso fosso e uma espécie de bacia, para aonde escorria o sangue dos degolados seres sacrificados apenas para aplacar a fúria do Arauto. No fosso eram jogados os corpos após terem escorrido todo seu precioso sangue na bacia imensa.
Após as coletas de sangue dos sacrificados, todos viam um objeto parecido com uma imensa carruagem partir em direção das estrelas. Era o recipiente criado pelo Arauto para levar o sangue ao seu mestre.
O Arauto soube assim que chegou a Ganimedes que o sangue esverdeado dos habitantes quando submetido ao "stress" extremo, tornava-se levemente avermelhado e criava enzimas que o tornavam "venenoso", causando uma espécie de torpor que deixava o Arauto sonolento e com os poderes diminuídos.
O Arauto do Sangue viu ai sua oportunidade de enfrentar a Besta com chances de sucesso. Coletou o máximo que pode do sangue expondo antes os sacrificados a intenso "stress" para garantir a toxidade do sangue e o enviou ao mestre, que, devido as limitações dos outros Arautos e as pedras negras, estava já há algum tempo com o estoque de sangue baixo.
Em dois dias O Arauto do Sangue exterminou cinco milhões de seres em Ganimedes, todos sob intenso "stress" e enviou a coleta a seu mestre.
A Besta ingeriu quase a metade do sangue que seu Arauto favorito trouxera. Parte foi dada aos 12 outros Arautos e parte foi usada para banhar as pedras negras, que passaram a emitir um brilho esverdeado intenso.
Todos menos Hugo foram tomados por uma letargia incontrolável e foram caindo um a um dominados pelo sono. A Bestial criatura foi o último a se deixar vencer.
O Arauto ordenou às pedras que drenassem a energia vital dos outros Arautos, cada uma o que a servia. A de Hugo há muito já não existia pois fora absorvida pelo seu mestre a fim de deixar seu Arauto preferido com mais liberdade de ação.
Assim fizeram as pedras negras e todos os Arautos foram esvaziados de energia vital.
Só estavam vivos e atentos Hugo e as pedras negras, que sem seus Arautos e sem sangue puro, tornavam-se cada vez mais fracas.
Foram dias até que as pedras negras deixassem de pulsar e representar perigo a quem atacasse seu criador.
Hugo pacientemente aguardou o momento de atacar seu mestre, a Besta Ancestral. Usando todo seu poder, o Arauto, armado de uma imensa espada que pertencia à Besta, desferiu um golpe no pescoço que separou o corpo da cabeça da criatura medonha.
Com um riso enlouquecido, Hugo se sentiu a criatura mais poderosa da criação. Nada mais havia a temer, derrotara o ser mais poderoso e maldoso que conhecera. Sentiu-se vingado pela morte de todos que conhecia e pelo extermínio da humanidade.
Para ter certeza de que seria o único sobrevivente daquele lugar, resolveu ir ao núcleo do planeta e explodir tudo com um artefato mil vezes mais poderoso que a mais poderosa bomba atômica. Armou o artefato e partiu para o espaço de onde apreciaria sua obra destruidora.
A explosão não aconteceu. O tempo passava e nada da explosão. O Arauto desceu novamente ao planeta para verificar o porque.
Assim que pousou na superfície, garras envolveram seu pescoço e o ar lhe faltou de imediato.
A Besta o erguera do chão e o fitava com seus múltiplos olhos, as garras apertando cada vez mais...
O Arauto sentia as unhas entrando em sua carne e a vida indo embora cada vez mais rápido. Olhou ao redor e viu os outros 12 Arautos olhando seu fim com as medonhas faces demonstrando crueldade e prazer.
Acordou com a criatura despachando os outros 12 cada um para lugares onde estavam os templos circulares criados pelo Celestial.Agora junto com as pedras para apressar a destruição e a coleta de sangue. Seus  poderes se equiparavam aos do traidor.
A Besta olhou para Hugo assim que o último Arauto do Sangue partiu. Hugo não podia se mexer, seu corpo pesava toneladas.
 Sentia uma sede avassaladora, tudo faria para saciá-la. Drenaria o próprio sangue se conseguisse.
Uma imensa cicatriz era visível no pescoço da Abominação. Como era possível ela estar viva?
Aliás, por que Hugo ainda continuava vivo depois de trair seu mestre?
A Besta pousou seus vários olhos em Hugo e mentalmente lhe contou que ambos estavam amaldiçoados para sempre. Ele porque era imortal, Hugo porque a Criatura assim o queria.
Mostrou ao Arauto as diferentes cicatrizes e buracos que não cicatrizavam em seu abominável corpo. Ao longo dos séculos muitos tentaram matar a criatura sem sucesso, os ferimentos que não cicatrizavam haviam sido feitos pelo Celestial, que também não poderia matar a Besta.
A Besta confessou a Hugo que sabia de seus planos para matá-lo e até os incentivou, só para fazer o Arauto ter falsas esperanças e sofrer mais um pouco.
O peito de Hugo estava ferido e seu pescoço também. Foi avisado pela Besta que as feridas jamais cicatrizariam.Diminuiriam à medida que o Arauto drenasse sangue novo, mas jamais cicatrizariam.
Eram agora e para sempre coparticipes da materialização dos piores pesadelos possíveis. Tinham toda a eternidade para se odiarem e compartilharem a sina.
Um como mestre, outro como Arauto.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Arauto do Sangue III: A Origem da Pedra Negra

Eles eram um povo esquecido em um ponto esquecido da constelação de Virgem, cujo planeta, Ricarium, era banhado por Spica, a estrela mais brilhante da constelação.
Os Ricariunois tinham uma divisão de castas bem simples, os Phari e os Sanguis. Os Phari cultuavam a alegria e a paz e buscavam constantemente o progresso de todos, já os Sanguis, que eram a maioria, viviam para a magia e faziam de tudo para aprender cada vez mais a usar a natureza a seu favor, inclusive seres elementais com os quais mantinham estreita relação. A paz entre as duas castas sempre estava por um fio, os Phari não aprovavam o uso de magia embora consultassem os Sanguis quando precisavam de respostas para demandas.
Como os Phari possuiam os recursos financeiros, cada vez que os Sanguis precisavam ir a uma das luas de Ricarium, seu planeta natal em busca de minerais e plantas especiais, eram obrigados a satisfazer os caprichos dos donos das naves espaciais. Os pedidos iam de pequenos favores ao sacrifício de vários Sanguis em batalhas mortais para diversão dos Phari.
Ao longo da história houveram muitas guerras entre as castas e em todas a vitória foi dos Phari, donos da tecnologia. Os Sanguis foram reduzidos a uma população de 1200 na ultima e mais sangrenta de todas as batalhas. Morreram 1200000 Sanguis para que 1200 conseguissem acesso a uma caverna que levava às profundezas do planeta.
Havia lá um templo mais antigo que o mais antigo morador de Ricarium. Lá os Sanguis conseguiriam sua vingança...
As escrituras falavam de um ser ali adormecido que tinha o poder de um Deus e poderia dividir com eles seu poder e conhecimentos. O ser era uma estátua de 15 metros e semblante demoníaco como nunca se viu. o corpo era totalmente coberto por escamas e espinhos grandes. Os pés eram circulares e possuiam um único dedo. As mãos eram garras com tres dedos cada, terminando em unhas que lembavam punhais. Possuia 6 olhos e uma cabeça descomunal.
Os Sanguis eram grandes, 2,5 metros de altura mas pareciam anões comparados à criatura.
O medo tomou conta deles, a maioria teria voltado atras se não fosse a influência de Oppida, seu mestre. Aos gritos ele ordenou silêncio a todos e começou o ritual que despertaria a criatura de seu sono milenar enquanto seus iguais morriam aos montes na superfície do planeta.
Os olhos do medonho ser começaram a se abrirem, sua mão direita, em uma velocidade inconcebível, agarrou o mestre dos apavorados Sanguis e o levou até a altura de seu rosto.
Oppida sentiu o hálito da morte bem de perto. Seu sangue batia a uma velocidade tão alta que ele suava sangue.
A criatura, em agradecimento pelo seu despertar, fez com que Oppida e todos os seus seguidores derramassem seu sangue cortando os pulsos e se alimentou dele. Nenhum deles pode resistir ao poder mental da criatura. Depois de saciada a sede por sangue, os reviveu com uma forma parecida com a sua, aberrações em tamanho menor e com apetite infinito por sangue. Oppida recebeu instruções de como criar a pedra através de alquimia ancestral e magia negra. Oppida e seus seguidores criaram 1200 pedras negras que seriam portais que os levaria a planetas onde, em tempo ancestral um ser de poder quase infinito se dedicou a ajudar no desenvolvimento das criaturas que neles viviam.
A criatura era inimiga deste ser e fora derrotada por ele em tempos imemoriais e aprisionada por encantamento em sono profundo, que seria eterno não fosse a intervenção de Oppida e os seus.
A criatura ensinou a Oppida e seus seguidores como viajar através da magia da pedra negra e ir para os portais semelhantes a Stonehange da Terra, colocados pelo ser ancestral nos mundos para viajar e levar ajuda, paz e conhecimento aos diferentes seres humanoides pelo cosmo infinito. No passado ancestral ele era cultuado nesses monumentos e aguardado com ansiedade pelos líderes dos povos visitados.
Antes de derrotar o bestial ser devorador de sangue, temendo ser seguido por ele aos locais onde oferecia sua ajuda, o ser celestial deixou em cada um dos templos portais parte de sua pele com um encantamento que tornaria impossível à Besta de sair do portal.
O Ser Celestial derrotou a Besta e a aprisionou em Ricarium, um planeta distante da constelação de Virgem e nunca mais voltou pois não seria necessário. A Besta jamais acordaria por seus próprios meios. Caso acordasse, ela exterminaria a todos e dormiria de novo quando não houvesse mais sangue para drenar. A Besta não poderia sair de Ricarium, os encantamentos cuidariam disso.
A Besta sabia que não poderia sair de Ricarium e sua vingança seria o extermínio de todos os humanoides ajudados pelo Ser Celestial. Para isso criou os 1200 filhos de seu ódio pelos humanoides protegidos do Celestial. As pedras seriam encolhidas e enviadas aos templos de todo o universo, pegando carona no rastro de luz do Celestial.
Ao chegar nos templos ela exerceria influência sobre os nativos para que de lá fosse retirada e banhada em sangue, que na quantidade exata, abriria caminho para as criaturas entrarem e também enviaria a pedra de Volta a Ricarium de tempos em tempos para manter a Besta desperta e poderosa. Cada pedra tinha autonomia para visitar 2 mundos antes de voltar a Ricarium para ser esvaziada do sangue coletado e receber energia da Besta para as viagens entre os mundos.
Na Terra, local onde o ser Celestial costumava voltar a cada 4000 anos, sacerdotes de um tempo mais antigo que a história descobriram a pedra negra e resistiram ao seu poder o suficiente para descobrir que o pedaço de pele do Ser Ancestral tinha poderes sobre a pedra negra. Depois de tentarem destruí-la de todas as formas sem sucesso, enrolaram a pedra no couro e a mantiveram longe dos olhos das pessoas por vários séculos.
Os Guardiões da pedra negra tinham vida curta e sofrida. Ela não os dominava mas drenava suas vidas e raros eram os Guardiões que viviam até os 30 anos.
Com o passar dos séculos, os Guardiões descobriram que a pedra devia ficar longe da luz, embrulhada no couro e que ficava menos forte quando os Guardiões eram todos de uma mesma família. Os laços de sangue, amor e a disposição de morrerem uns pelos outros a enfraqueciam.
Mulheres jamais deveriam se aproximar da pedra no período menstrual sob pena de serem dominadas por ela. Foram várias as mulheres sacrificadas por perderem o controle nesse período e tentarem fazer sacrifícios para a pedra.
A Pedra Negra foi mantida sob controle a custa de muito sacrifício e dor. Magos Negros da Terra souberam da existência dela e de tudo fizeram para conseguir o artefato. Sempre foram derrotados e a pedra era mudada para lugares de difícil acesso à magia.
Os guardiões tiveram seu temor aumentado quando os Magos Negros criaram jogos de RPG tendo a Pedra Negra como objeto de infinito poder e despertaram nos jogadores a ideia da existência da pedra e, consequentemente, a curiosidade e o desejo por possuí-la.
Templos e Igrejas foram invadidos, bibliotecas destruídas e todo tipo de tentativas aconteceram para achar a pedra negra, até mesmo os soldados de Hitler procuravam pela pedra durante a guerra.
Os Guardiões a esconderam em locais óbvios e a pedra ficou esquecida por muito tempo, tornando-se uma lenda pra grande maioria.
Ficou escondida até Marco a descobrir e contar para Hugo e Israel, que exterminaram os últimos guardiões dela para se tornarem donos do poder da Pedra Negra...

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Isso Irrita!

Se tem um lugar onde você presencia ao vivo o desrespeito e o desamor pelo próximo, esse lugar é o estacionamento do supermercado(hiper e mini tanto faz).
Não basta a sacanagem de, de novo, eliminarem as sacolinhas plasticas dos caixas, os preços abusivos em certos itens, um preço na gondola outro no caixa, ainda tem o estacionamento....
Domingo, fui a dois mercados, um atacadista e o outro de uma rede razoavelmente grande aqui em São Paulo. Como fui acompanhar um casal de amigos, decidi esperar no estacionamento. 
Pude ver com indignação a atitude das pessoas.
Teve um Gerson(sempre quer levar vantagem) que simplesmente furou a fila de entrada do estacionamento e ficou falando no celular enquanto mulher e filha entraram no mercado.
Inúmeras pessoas retiravam as compras dos carrinhos e simplesmente encostavam o carrinho vazio na traseira do carro estacionado ao lado ou em uma vaga destinada a carros.
A distancia é curta para deixar o carrinho no lugar certo, mas a falta de respeito, civilidade, carinho pra não falar coisa pior, é maior que tudo.
Deu nojo, Vi algumas com adesivos de igreja, criticas ao governo e etc... no para-brisa do carro e atitude foi a mesma, deixaram o carrinho encostado no carro de outro.
Só vi 2 pessoas colocarem o carrinho no lugar certo em 2 horas e 30 min que fiquei ali olhando.
Nem os idosos que tanto reclamam de seus direitos demonstraram respeito pelo próximo.
Culpar a quem se o País não anda, se, mesmo nas mínimas coisas as pessoas não demonstram educação e respeito???



comente!!!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Poema Grupal (Facebook)


Aquele homem sentado a beira da estrada.
Só estava sentado, mais nada.
Toda aquela gente passava
Cada um do seu jeito o olhava...
Tres o acharam cansado,
Talvez, pensaram, carregasse algum pesado fardo...
Teve um que achou que ele estava pensando na vida,
Afinal, é necessário pensar na vida.
Dois passaram e pensaram que ele esperava alguém,
Parte da vida a gente passa esperando alguém!
A grande maioria, dez, achou que ele só estava sentado,
Nada mais havia ou haveria, só estava sentado.
Deixando a vida passar é o que faz a maioria 
Apenas fica sentada vendo passar o dia...
Quem fica sentado ainda contribui
Para o movimento do universo que sempre flui
E leva quem passa a pelo menos um pouco refletir
Antes de seu caminho seguir.
Nada na vida é inútil,
Até mesmo um homem sentado a beira do caminho é útil.
Obrigado a quem gastou um tempo pra comentar
Saiba que assim você me ajudou a criar.
Você que só leu também ajudou,
Pois se leu e não respondeu, pensou.
Quando propus a questão num post anterior
Era pra fazer um desafio criador
Você escolheria
O caminho que tomaria
Essa poesia.
Eu a escreveria.
Tudo terminado,
Espero que tenham gostado 
E a todos meu muito obrigado!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Arauto do Sangue II: A Chegada Em Huram

Hugo e a pedra negra apareceram num monumento semelhante a Stonehenge em Huram, pequena lua de Angredoes, um dos planetas de uma galáxia a vários anos-luz da Terra.
A gravidade parecia semelhante a da Terra, pouco importava, Hugo intuia que, fossem quais fossem as condições do lugar, seu corpo se adaptaria.
Olhou para a pedra, tão pequena que caberia em sua mão, pensou em destrui-la, mas teve medo de que caso o fizesse, também morresse.
Ainda estava nítido em sua mente o cenário que vivera e presenciara na Terra. Todos os amigos e conhecidos agora deveriam estar mortos. A culpa maior era dele que, querendo os poderes dela, destruira a vida de Israel, seu melhor amigo. O sangue de Israel fora o primeiro a alimentar os poderes da pedra negra, que trouxera, sabe-se lá de onde, as horrendas criaturas através da passagem nela criada com o sangue de incontáveis pessoas. As criaturas chegaram uma a uma até o total de 1200, número suficiente para exterminar a vida na Terra. A sede por sangue era interminável, sugerindo a Hugo um longo período sem se alimentarem. Seriam as horrendas criaturas capazes de ficarem sem alimento por séculos?
Como aquela família que havia exterminado em companhia de Israel tinha conseguido manter a pedra negra inativa por tanto tempo?
As respostas a essas perguntas talvez significassem vingança e liberdade.
A pedra precisava de sangue, Hugo soube assim que saiu do centro do monumento e olhou os seres muito semelhantes aos humanos dançando ao redor pelo lado de fora. Queria avisá-los do perigo mas não podia, a pedra negra o comandava e, provavelmente não saberia falar a lingua deles.
Os seres pararam de dançar e olhavam aquele estranho ser parecido com eles só que muito mais alto e todo manchado com um líquido viscoso que lembrava sangue. A pedra negra, escondida na mão do Arauto vibrava levemente.
Hugo, agora era o Arauto do Sangue, aquele que precederia a extinção de todos aqueles seres, inocentes ou não.
Caminhou para a saída da formação de pedras secularmente arranjadas em círculo, como a nossa Stonehenge. Quem as colocara ali? Quem colocou as da formação semelhante na Terra?
Ao chegar á parte onde sairia do círculo de pedras, seu corpo foi ficando mais pesado, cada passo parecia pesar toneladas, tudo em seu corpo era dor. Sentiu que cairia se continuasse. Não podia parar, a pedra não permitiria, ele soube.
Não poderia ficar e não sabia se conseguiria dar o passo seguinte, suas pernas pesavam toneladas...
Um dos seres, parecendo o que seria um ancião na Terra, aproximou-se de Hugo e o saudou na língua local. O Arauto, sem saber como, entendeu a saudação e respondeu que vinha das estrelas para aquela lua, Huram, trazendo a paz que seus senhores haviam prometido. Também disse, sem poder comandar o que sua boca dizia, que precisaria de sacrifícios de sangue para a aplacar a ira que haviam despertado por não obedecerem as regras dos Deuses Ancestrais. Prometeu ao Ancião que ele seria poderoso e teria tudo que quisesse, bastando para isso, que os sacrifícios começassem já naquele dia. O sangue de bebes nascidos no dia anterior seriam todos impuros e deveriam ser sacrificados aos Deuses Ancestrais. O sangue deveria ser todo retirado através de um corte na garganta que separasse a cabeça do corpo de cada bebe, que deveria estar  preso pelos pés e com a cabeça para baixo. Seriam 12 bebes de cada vez. Tudo aconteceria em um altar que já existia nas montanhas próximas ao local onde estavam, era só levar os bebes e fazer o sacrifício quando a pedra negra estivesse no centro do altar encaixada em um orifício a ela destinado.
Hugo chorava e as lágrimas não saiam, só as palavras que sua boca dizia mas que ele não comandava, era a pedra falando através dele.
O Ancião, entre temeroso e determinado, estendeu a mão para pegar a pedra negra das mãos de Hugo ao comando dela dado pela boca de Hugo, o Arauto do  Sangue.
Hugo queria de toda forma reagir, não conseguia.
Os seres, que lembravam os druidas terrestres, partiram com a pedra e Hugo não conseguia sair do círculo de pedras, cada vez que tentava, seu corpo ficava mais pesado e dolorido. Simplesmente não podia se aproximar da saída que, ironicamente não possuía portas, nem precisava, a barreira era invisível...
Não parava de pensar nos horrores que viriam. A sede de poder estava nos olhos do Ancião. Ele faria tudo o que fora ordenado. O Arauto sabia. Ele era a testemunha viva do poder da cobiça.
Só restava a ele aguardar e ser novamente testemunha de outro massacre em nome da cobiça de alguns e da fome insaciável de outros.
Sentado no centro da formação de pedras, local onde podia ficar sem dor ou peso excessivo dos membros inferiores, o Arauto do Sangue viu alguém se aproximando do local. A fêmea era linda e corajosa, enquanto todos seguiram o Ancião, ela ficou e se aproximou de Hugo sem demonstrar medo. O Arauto levantou-se e aguardou, era quase tudo que poderia fazer.
Nada do que ela disse Hugo entendeu. Tentou falar e, para sua surpresa, a voz saiu:
- Saia daqui e destrua a pedra, ela vai fazer todos serem exterminados!
Ela nada entendeu. Hugo lembrou de Israel e de Marco, ambos tinham o hábito de dizerem que, se não fossem entendidos, desenhariam.
Com o dedo, desenhou o horror que estava nítido em sua mente em detalhes no chão.
A "mulher" olhou, olhou e, assustada fez gestos para o Arauto, perguntando através deles se era o que aconteceria caso continuassem a contrariar os Deuses Ancestrais.
Hugo, desesperado, negou com a cabeça, aquilo aconteceria quando a pedra negra estivesse banhada em sangue, explicou através de gestos.
Ela, finalmente entendendo Hugo, fez gesto para que ele a seguisse. O Arauto não podia sair do círculo sob pena de morrer, explicou, através de gestos novamente.
Ela se foi e ele ficou fazendo  o que podia fazer. Esperar.
Em um tempo que lhe pareceu uma eternidade, ela voltou em companhia de outros seres, dentre eles um que não parecia ser daquela lua.
O ser caminhou diretamente na direção do Arauto do Sangue e, como quem reconhece um inimigo, interrogou mentalmente:
- Quanto tempo até começar?
Hugo respondeu também mentalmente:
- Já começou, assim que o sangue das crianças banhar a pedra negra, eles vão começar a vir e não haverá mais como resistir ao poder da pedra e depois ao deles, quando ficarem fortes o suficiente.
- Sabe como combatê-los?
- Não sei, quando fui mandado para cá, eles já haviam exterminado praticamente toda a raça humana.
- Minha missão é proteger essa lua com minha vida. Precisa haver uma forma...
- Espere, na Terra havia um grupo de pessoas que mantinha a pedra negra longe da luz e do sangue, envolta em uma espécie de couro com uns caracteres estranhos. Também o círculo de pedras estava parcialmente destruído.... Falou Hugo, sabendo que talvez não sobrevivesse à destruição do mesmo.
- Sou Cauã, o protetor de Huram! Exclamou o ser.
Cauã fora deixado em Huram pelos Guardiões da Natureza há vinte anos e deveria observar a formação onde estavam e destruir os seres que por ali chegariam. Os Guardiões eram seres gigantescos que não caberiam naquela lua de forma alguma. Tão gigantescos eram que não eram percebidos.
A descrição que o Arauto do Sangue deu dos seres horríveis que entrariam em Huram através da pedra negra batia com a que os Guardiões lhe deram. Possuía poderes que o tornavam um superser comparado aos demais mas sabia que não poderia enfrentar os Ricariunois, nome dos drenadores de sangue, tão antigos quanto os Guardiões.
Era Cauã também um Arauto, só que com a missão de impedir o ataque e, consequentemente, o extermínio de toda uma raça.
- Você sabe que tenho que destruir esse lugar não é?
- Sei, e também sei que provavelmente morrerei com isso. Vá em frente.
Cauã com gesto pediu a todos que se afastassem e, com força sobrenatural para um humano, começou a derrubar a formação ancestral.
De longe, um dos seguidores do Ancião que levara embora a pedra negra, correu para avisar seu mestre do que estava acontecendo. O Ancião, com os olhos revirados e enegrecidos, ordenou que um grupo atacasse os destruidores do Templo enquanto apressava os preparativos para os sacrifícios.
A batalha foi sangrenta, muitas mortes depois e um templo parcialmente destruido, com pedras de algumas toneladas espalhadas pelo chão e o Arauto do Sangue encolhido no centro foi o resultado.
Cauã, mesmo muito ferido era o único em pé ao término da luta.
De seu ponto de observação, Hugo tudo assistiu sem poder intervir. Cada pedra que caia do círculo era aumento de dores em seu corpo. Quando Cauã atirou uma das pedras de toneladas sobre um grupo que acabara de matar o último dos seus aliados, Hugo viu algo que estava sob a pedra.
Era um couro igual ao que vira enrolado na pedra negra no dia em que matou Israel.
Chamou Cauã e lhe mostrou o que poderia salvar Huram do extermínio, pelo menos enquanto a pedra nele estivesse enrolada.
Cauã queria terminar de destruir a formação de pedras, foi ai que Hugo lhe contou que na Terra a formação igual àquela estava muito mais destruída e, ainda assim, provavelmente todos foram exterminados. Era mais urgente envolver a pedra negra naquele couro e mantê-la longe da luz.
Cauã foi ao local onde os sacrifícios já haviam começado, o sangue de 12 bebes já banhava a pedra, que já estava adquirindo o brilho avermelhado que precederia a vinda de seus mestres, os Ricariunois, e sua sede insaciável de sangue. Seu tamanho já era o dobro de quando chegara em Huram.
O Ancião e seus seguidores atacaram Cauã que os dizimou e foi mortalmente ferido pelo Ancião que morreu em suas mãos. Cauã em seus últimos momentos, enrolou a pedra no couro e a enterrou o mais profundo que pode em uma caverna próxima dali. Morreu com um sorriso no rosto. Sorriso dos que cumprem a missão que lhes foi dada.
Hugo continuou ali, sentado. O tempo passou e passou...
O Arauto adormeceu e acordou em um lugar horrível e cheio de pedras negras. Sua mente foi se perdendo, já não racionava, foi lentamente perdendo a noção de tudo.
Em Huram, alguns seres encontraram uma caverna com um esqueleto enorme caído sobre um buraco parcialmente fechado onde, após algumas escavações, foi encontrada uma estranha pedra negra embrulhada em um couro com inscrições em uma língua estranha.
Um deles sacou uma arma e começou a atirar nos outros. A pedra negra seria dele, só dele...

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Alguns Softwares Legais de Usar

Bem, já faz algum tempo que não posto algo sobre softwares que facilitam o dia-a-dia de nós, apaixonados por computadores.
Deixarei aqui uma lista com alguns dos que acho mais importantes no uso constante com uma breve descrição e, para baixá-los, clique no próprio nome do programa.

aTube Catcher - Acho ótimo quando o assunto é baixar e converter para o formato desejado os videos do Youtube. O programa é totalmente grátis e baixa diretamente do Youtube, Stage6, MySpace,Dailymotion, Google Vídeos, etc... É leve e intuitivo, além de ser também em portugues. Também permite gravar tudo que voce ve na tela, fazer dvd com o que baixar. É mais rápido baixar com ele do que assistir nos sites, além do que, estando no seu computador, voce assiste quando quiser. Vem com alguns programas no instalador, eu não uso nenhum deles. É só tomar cuidado na instalação e desmarcar todos os 'X'. Só no antivirus oferecido que voce deverá escolher a opção 'i decline' para não instalar, o resto é só desmarcar o 'x'.

ConvertXtoDVD - O melhor e mais fácil programa para converter seus vídeos e filmes em dvd. Suporta os principais formatos da internet  (Xvid, MOV, VOB, MPEG, MPEG4, MP4, AVI, WMV, DV e streams). O dvd fica como os profissionais com menu, legendas separadas, etc. Voce cria o dvd com 3 ou 4 cliques. Aqui coloco a versão grátis para teste.

WinRAR - Animal para compactar e descompactar os arquivos da internet. O único que usa mais de um núcleo de processamento da CPU. Não é o que deixa os arquivos em menor tamanho mas é o mais usado. A versão aqui é gratis por 40 dias, depois voce pode usar pra sempre apenas fechando a janela que pede o registro. Antes de baixar verifique seu sistema operacional e se ele é de 32 ou 64 bits no caso do windows.

qBittorrent - Na minha opinião o melhor para baixar no formato torrent, tão popular nos sites de download. Além de tudo, possui um sistema de buscas integrado para pesquisar diretamente sem necessidade de estar nos sites. Em portugues, grátis e fácil de usar.

Everest Home Edition - Quer saber sobre a placa mãe, memória, disco rígido e etc..., e do sistema operacional, como Service Pack e versão do DirectX, etc...? Esse é o programa. Em portugues, grátis e fácil de usar. Aviso importante: não se atualizará mais, poderá ficar obsoleto com o tempo e não conseguirá detectar informações de hardware e software  mais recentes.

Espero que gostem, no futuro, talvez, mais alguns.